Tenho acompanhado o desabafo quase que diário do procurador do estado e ex-presidente da FJA (Fundação José Augusto), François Silvestre, no seu espaço online. Numa das últimas postagens em seu blog hospedado no portal Noar um detalhe me chamou a atenção. Diz François:
– Tive a sorte dos inocentes, não me puseram na mesa entre outros papéis para eu assinar. Que provavelmente assinaria. Só que um episódio anterior, de uma grana de um milhão de reais, para uma escola de samba do Rio de janeiro, que me chamou a atenção, não assinei e cobrei do Governo, talvez explique o comportamento. Acho que por isso não se arriscaram a por o Foliaduto para minha assinatura. Desafio quem conteste essa verdade!
Noutro post, desafia o Ministério Público Especial junto ao Tribunal de Contas a mostrar uma única autorização de despesa feita por ele no Foliaduto, que pedirá exoneração do cargo de procurador.
E conclui: Fácil, não? Mostra e resolve. Não mostra e prova a mentira! Porra, qual é a dificuldade?