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A PGR pediu que Paulo Guedes explique por que teria omitido da Comissão de Ética Pública da Presidência que sua filha é sócia de uma offshore mantida nas Ilhas Virgens Britânicas, diz a Folha.
No pedido, o órgão diz que arquivou o procedimento que apurava o caso, mas que a notícia sobre atuação da filha do ministro representa “elementos indiciários” que tornam necessária uma nova manifestação.
A existência da empresa de Guedes foi revelada no ano passado. Segundo uma reportagem do El País, em 2015 Guedes tinha US$ 9,5 milhões mantidos em uma conta em nome da offshore Dreadnoughts International.
A defesa de Guedes afirma que o ministro não tem nada a esconder.
“O caso já foi arquivado, e não houve necessidade de qualquer depoimento do ministro, justamente porque as explicações da defesa foram suficientes para esclarecer o episódio como um todo e demonstrar a legalidade dos atos de Paulo Guedes, em sua vida pública e privada. A defesa irá apresentar à PGR, novamente, toda documentação que demonstra, de forma inequívoca, que o ministro não praticou qualquer ato ilícito, omissivo ou antiético.”
Foto reproduzida da Internet