O líder do PDMB, deputado Henrique Eduardo Alves (RN), reiterou que o partido está com o governo e vai votar os R$ 545 propostos para o mínimo. Já o líder do PT, deputado Paulo Teixeira (SP), disse que não haverá divergências dentro do PT, que o partido está “fechado”. Sindicalistas fizeram ontem uma reunião para decidir qual tática a ser adotada visando ganhar tempo no Plenário com manobras regimentais. A esperança, inclusive da CUT, é que um valor como R$ 560 sensibilize parlamentares até do PT. (O Globo)