A crise econômica internacional levou a que o governo federal adotasse medidas de emergência para, senão acalmar o mercado, pelo menos amenizar a situação no país. No entanto, medidas como o corte de mais de R$ 21 bilhões no OGU [Orçamento Geral da União] anunciadas pelo Planalto na semana passada, redução do IPI [Imposto sobre Produtos Industrializados] na venda de carros novos e a redução nas cotas do FPM [Fundo de Participação dos Municípios] estão levando as prefeituras ao fundo do poço.
No Rio Grande do Norte, dirigentes da Femurn [Federação dos Municípios do estado] juntamente com prefeitos estão reunidos neste momento na sede da entidade com representantes da bancada federal – senadores e deputados – para discutir propostas que possam ser levadas ao governo federal. A situação é crítica do ponto de vista administrativo das municipalidades.