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O que há de comum entre o golpismo de Bolsonaro e Donald Trump? Um cenário eleitoral desfavorável para os dois postulantes à reeleição.
No caso de Bolsonaro, o alvo não é o voto pelo correio, mas, sim, a urna eletrônica, cuja segurança é atestada pela Justiça Eleitoral e também por procuradores da República, peritos, delegados da Polícia Federal e até pela embaixada americana, que foram a público defender o sistema de votação na terça-feira.
No Podcast “Ao Ponto” desta quarta-feira (20), a professora de Relações Internacionais da UNIFESP Cristina Pecequilo mostra como a tática de Trump naquela ocasião se assemelha à usada agora por Bolsonaro, informa o Jornal O Globo.
Ela também aponta diferenças entre os cenários americano e brasileiro. O colunista Bernardo Mello Franco avalia o que leva o presidente brasileiro a adotar uma postura que, segundo seus próprios aliados, não agrega votos, e analisa até que ponto as instituições são capazes de evitar que as sucessivas insinuações contra o sistema eleitoral permitam a tentativa de contestação dos resultados que serão apontados pelas urnas.
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