Do colega e amigo Eugênio Parcelli recebo o seguinte e-mail:
A notícia de um possível leilão para a venda do terreno onde está localizado o estádio Juvenal Lamartine, na avenida Hermes da Fonseca, por parte do governo do estado, está provocando discordâncias de várias personalidades do estado, que vem se posicionando contrário á medida, ou melhor, defendendo que a área seja transformada num espaço coletivo, tipo uma praça, área de lazer para caminhadas, prática de esportes, lazer.
Nesta quarta, dia 12 de outubro, feriado da padroeira Nossa Senhora Aparecida, além do Dia da Criança, Dia da Educação, o calendário também assinala que foi exatamente neste dia, 12 de outubro de 1928, que o então governador Juvenal Lamartine inaugurou o estádio Juvenal Lamartine, obra que na época buscava possibilitar a prática esportiva na cidade – se hoje os clubes esportivos tinham dificuldades, imaginem naquela época!
Pois bem, personalidades como a professora Eleika Bezerra, advogado Carlos Gomes e o esportista Luiz G.M. Bezerra são contrários a dilapidação do patrimônio publico, e se o estádio não vem exercendo a sua função, que seja transformado, mas de forma a possibilitar uma melhor qualidade de vida para a população, mantendo assim a função a que foi destinada desde o seu princípio.
Desde já, foi dada entrada com um processo no Ministério Público, buscando a preservação e manutenção do espaço, como uma das únicas áreas verdades ainda presentes na avenida Hermes da Fonseca.
Esperamos que os governantes sejam sensíveis no sentido de preservarem o pouco que resta de “área livre” na cidade Natal.
Obs do blog: Sobre esse assunto fiz um comentário no dia 16 de maio. O web-leitor que quiser conferir é só clicar em Editorial [1]