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O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), o líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE), e outras lideranças fizeram um acordo para não definir, por enquanto, uma data com o objetivo de colocar em votação no plenário o Projeto de Lei 1904/24, do deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) e outros 32 parlamentares, que equipara o aborto de gestação acima de 22 semanas ao homicídio. O texto tramita em regime de urgência na Casa.
Um dos pedidos feitos ao presidente da Câmara é que a análise do projeto fique para depois das eleições municipais, que acontecerão em outubro. A informação sobre as articulações feitas por deputados federais em torno da proposta foi publicada pela CNN Brasil [1].
Os projetos com urgência podem ser votados diretamente no Plenário, sem passar antes pelas comissões da Câmara. O autor do requerimento de urgência e coordenador da Frente Parlamentar Evangélica, deputado Eli Borges (PL-TO), defendeu a aprovação.
Foto reproduzida da Internet