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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) negou ter feito alguma espécie de acordo com as Forças Armadas [1] para uma apuração paralela dos votos depositados nas urnas eletrônicas na eleição de 2022.
Em nota divulgada nesta segunda-feira (12), a Corte Eleitoral diz que militares não terão “acesso diferenciado em tempo real” à apuração dos votos.
Assim como em eleições anteriores, esclarece o TSE, poderá ser feita a fiscalização da contagem dos votos por meio dos boletins de urna (BUs), disponibilizados ao final da votação. A única novidade será no acesso aos BUs, que poderão ser visualizados também por meio da internet. “O TSE reitera informação amplamente divulgada em junho passado sobre a contagem de votos, a partir da somatória dos BUs [boletins de urna], ser possível há várias eleições e que para o pleito deste ano, foi implementada a novidade de publicação dos boletins de urnas pela rede mundial de computadores, após o encerramento da votação para acesso amplo e irrestrito de todas as entidades fiscalizadoras e do público em geral”, diz o TSE em nota.
Foto reproduzida da Internet