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Vídeo:Compare o que a Folha diz e o que Dilma diz

Dilma favoreceu firma e aparelhou secretaria, diz auditoria do TCE

Auditorias feitas na gestão de Dilma Rousseff (PT) na Secretaria de Minas e Energia do Rio Grande do Sul e na Federação de Economia e Estatística, entre 1991 e 2002, apontam favorecimento a uma empresa gaúcha que hoje recebe R$ 5 milhões da Presidência e mostram aparelhamento da máquina. Os documentos foram desarquivados no Tribunal de Contas gaúcho a pedido da Folha. Hoje candidata à Presidência, Dilma foi secretária dos governos Alceu Collares (PDT), em sua fase “brizolista” no PDT, e Olívio Dutra (PT), quando se filiou ao PT, pré-ministério de Lula. Em 1992, os auditores constataram que a fundação presidida por Dilma favoreceu a Meta Instituto de Pesquisas, segundo eles criada seis meses antes para vencer um contrato de R$ 1,8 milhão (valor corrigido). A empresa gaúcha foi a única a participar da concorrência devido à complexidade e falta de publicidade do edital.

Candidata diz que contestou “ponto por ponto”

Dilma Rousseff afirmou, por meio de sua assessoria, que “não tinha nem tem ligação” com a Meta e que as irregularidades apontadas pelos auditores “foram contestadas ponto por ponto”. Segundo argumentou, o TCE gaúcho lhe “deu provimento por unanimidade”. Sobre as nomeações, disse que, “desde sua criação, sem quadro próprio adequado às suas necessidades, a secretaria funcionou basicamente com assessorias, cargos em comissão, funções gratificadas e servidores cedidos por estatais”. Disse ainda que, em sua gestão, ela apresentou proposta de reformulação. “O TCE-RS aprovou todas as contas”.

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