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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
Um dia da caça outro do caçador
Quem diria que há cerca de dez dias o senador José Agripino Maia, presidente nacional do DEM e ex-coordenador da campanha do tucano Aécio Neves (MG), que estava na Esplanada dos Ministérios acompanhado da sua mulher, Anita Maia, pedindo o impeachment da presidenta Dilma, agora viraria notícia nacional.
Não por ter ido a praça pública pedir o impedimento da presidenta, conforme ele mesmo postou nas redes sociais (veja foto), mas por ser acusado de ter recebido propina podendo ser investigado pelo Supremo Tribunal Federal.
Agripino foi destaque nesta terça-feira (24) no Jornal Nacional depois que o G1 levou a cabo a informação de que a ministra Cármen Lúcia, do STF, autorizou a abertura de inquérito para investigar se o senador potiguar, cometeu crime de corrupção passiva. A decisão foi tomada na sexta-feira (20), após pedido da Procuradoria Geral da República.
O inquérito foi instaurado na segunda (23) e tramita em segredo de Justiça. Em acordo de delação premiada, o empresário George Olímpio afirmou que pagou R$ 1 milhão ao senador para tentar implantar o sistema de inspeção veicular no estado, governado pelo DEM.
Agora, Agripino que sempre pousou de paladino da moralidade terá que provar sua inocência.
Assim como ocorreu na operação Lava Jato com as delações premiadas de Alberto Youssef e Paulo Roberto Costa, o acordo de Olímpio tramita no Supremo como processo oculto, aquele extremamente secreto que não consta do andamento processual. Além de determinar a abertura do inquérito, a ministra Cármen Lúcia também homologou o acordo.
A partir de agora, a Procuradoria vai poder pleitear que a Polícia Federal cumpra diligências, como coleta de provas e depoimentos. Depois, o procurador vai decidir se denuncia ou não o parlamentar. Se isso acontecer e o Supremo receber a denúncia, Agripino passa a ser réu e responderá à ação penal. Ainda terá que ocorrer julgamento do parlamentar.
Até prova em contrário, Agripino Maia é inocente, da mesma forma a presidenta Dilma Ruosseff, que sequer foi citada na Lava Jato, mas que o parlamentar do DEM pede o seu impeachment, ao contrário dele, que está sendo citado num escândalo ocorrido no Detran-RN.
O que vai acontecer? Fica a exclamação:
A conferir!
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