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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Editorial

Editorial

`Saúde pública não se faz com gambiarras´

A declaração acima se deve ao secretário estadual de Saúde, Ricardo Lagreca, em reunião com diretores do Hospital Regional de Currais Novos (RN), na semana passada. “A Saúde não funciona na base do imediatismo. Não se pode pensar em gambiarras”, disse.

Segundo Lagreca, “tudo isso que a gente está vendo é um acúmulo de problemas de anos e anos. Precisamos avançar na gestão e a solução é a cogestão da saúde”, afirmou.

Tem razão Ricardo Lagreca, que já dirigiu o HUOL (Hospital Universitário Onofre Lopes) por longos anos e sabe melhor do que ninguém os problemas enfrentados no setor Saúde.

É natural que a sociedade e a imprensa cobrem soluções imediatas para o setor, mas é preciso entender também que as coisas não se resolvem da noite para o dia, até porque muito dos problemas são crônicos e que para serem solucionados precisam de planejamento para serem duradouras ao longo dos anos.

Existe um projeto, inclusive, de regionalização muito abrangente beneficiando a região metropolitana de Natal onde se pretende melhorar toda a rede de atenção básica, já estando em curso a estruturação da rede de ortopedia. O início dessa regionalização teve o seu ponta pé inicial com o Encontro da 5ª Região que engloba 21 municípios das regiões Trairi/Potengi, ocorrido na semana passada.

Contudo, pra isso, caro leitor, é preciso ter recursos e uma das propostas apresentadas pelo secretário diz respeito as emendas parlamentares da bancada do Rio Grande do Norte no Congresso Nacional.

Pela proposta, uma das soluções para a melhoria da Saúde seria que os parlamentares destinassem 50% de suas emendas para o setor, mas não de forma fragmentada como é feito hoje.

Uma reformulação no gerenciamento da Saúde pública como defende o secretário estadual de Saúde do Rio Grande do Norte, também seria uma saída para a crise, que não é só local, mas nacional.

Para Lagreca, um regime de cogestão (União, estados e municípios) com responsabilidade de todos os entes federativos seria a forma ideal para administrar o setor.

Portanto, hospitais públicos superlotados, falta de medicamentos, equipamentos como Raio-X, tomógrafos e até falta de esparadrapos, são problemas que já se tornaram crônicos ao longo dos governos e se não houver uma mudança no tipo de gerenciamento e até na distribuição dos recursos, como propõe Ricardo Lagreca, a Saúde pública continuará na UTI.

Solucionar os problemas da Saúde se faz necessário, mas sem açodamento.

A conferir!

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