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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
Alves defende o rompimento do PMDB com o governo? Com a palavra o ministro
Alçado ao Ministério do Turismo depois de uma peleja grande para ser ministro de Estado e após pressão do seu amigo, o presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que queria vê-lo no primeiro escalão do Palácio do Planalto, mas que se diz hoje rompido com a presidenta Dilma e defensor também do afastamento do seu partido do governo, Henrique Eduardo Alves, presidente do PMDB no Rio Grande do Norte, precisa se pronunciar. Afinal, Alves é amigo pessoal de Cunha.
Hoje, o jornalista Josias de Souza afirma em seu blog que o presidente do PMDB na Bahia e 1º secretário da Executiva nacional da legenda, Geddel Vieira Lima comunicou ao vice-presidente Michel Temer que deflagrou uma articulação pelo rompimento com o governo Dilma. Informou sobre sua decisão também ao ministro Eliseu Padilha (Aviação Civil), que auxilia Temer na coordenação política do Planalto.
“Acabou esse constrangimento de silenciar por amizade e respeito ao Temer”, disse Geddel. “Não temos nada contra o Temer e o Padilha. Mas está havendo uma extrapolação. Os dois fazem uma defesa intransigente do governo. E expressam posições que não correspondem ao pensamento da maioria do PMDB. Essa maioria começará a se expressar. Estou quebrando o silêncio. Outros falarão.”
O PMDB realizará no final de setembro um Congresso Nacional. Geddel prevê que a formalização do desembarque ocorrerá nesse encontro. “Esse caldo estará tão quente em setembro que não haverá manobra de cúpula capaz de deter a insatisfação que vem das bases do partido.”
Pois muito bem: todos sabem que Dilma engole Henrique a seco. Se tem informação que sequer a presidenta despacha com o ministro do Turismo, o que talvez seja até um erro. Aliás, certa vez Henrique Eduardo deu à Dilma um bambolê de presente sugerindo ter jogo de cintura. Talvez a presidenta vá precisar usar agora o bambolê com o PMDB.
Mas, independente de Dilma não engolir Henrique, acho que ela deveria procurá-lo para uma conversa de pé de ouvido, até porque o ministro do Turismo é, como já disse, muito amigo do “homem-bomba” Eduardo Cunha.
A conferir!
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