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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
Está no portal Nominuto.com
Em depoimento à Justiça no Fórum Miguel Seabra Fagundes na manhã desta quinta-feira (12), o ex-presidente do Tribunal de Justiça e desembargador aposentado, Rafael Godeiro, negou as acusações do Ministério Público de participação nos pagamentos de precatórios em processos ilegais e atribuiu assinaturas que constam nesses processos à conduta fraudulenta de Carla Ubarana, ex-chefe da divisão dos precatórios do TJRN.
Carla Ubarana é delatora do esquema de desvio de recursos públicos que resultou na operação Judas. “Não recebi nenhum dinheiro indevido, e não tinha conhecimento do viés maléfico, nem fazia ideia que seria vítima de uma trama ardilosa da chefe de divisão do tribunal de justiça do RN. Ela camuflava processos fraudulentos, em meio as minhas atividades corriqueiras e obtinha minhas assinaturas”, disse Rafael Godeiro.
O desembargador de 72 anos, que foi aposentado compulsoriamente há pouco mais de dois anos, foi condenando pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) por negligência e descuido.
O ex-presidente do TJRN denota culpa das atividades mafiosas a Carla Ubarana, e aponta que o setor de precatórios durante sua presidência no TJ era centralizado no computador da delatora, na qual tinha plena confiança na época. “Eu não tinha conhecimento da síntese de processos ilegais, nem tão pouco que ela levava esses processos para casa”, complementou Godeiro.
O desembargador justificou ainda a origem de seus bens, declarando que possui o mesmo patrimônio desde 2007 e que não exerce atividade secundária. Questionado sobre um imóvel no valor de quase R$ 1 milhão de reais, Godeiro disse que a propriedade foi adquirida com a venda de outros imóveis adquiridos ainda em 2004.
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