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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Editorial

Que não seja só pra inglês ver. Estamos cansados de tanta pirotecnia

Que as medidas anunciadas pelo secretário geral da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, Augusto Viveiros, com base num levantamento feito pelo Tribunal de Contas do Estado, a pedido do próprio Legislativo, que apontou que 296 servidores da Casa acumulam cargos em outros órgãos públicos e que, portanto, disse ainda os servidores com acúmulo de cargos serão chamados para explicar como conseguem dar expediente em dois locais, não seja apenas para inglês ver. A sociedade cobra moralidade no trato com a coisa pública.

E mais:

O procurador-geral em exercício do Ministério Público de Contas, Thiago Martins Guterres, deu entrada em um pedido de auditoria para averiguar o crescimento expressivo do número de servidores de livre nomeação na Assembleia. A auditoria deverá examinar a legalidade, legitimidade e economicidade dos atos de gestão que geraram esse crecsimento.

Segundo o pedido, há no legislativo estadual 379 cargos de provimento efetivo e 2.592 de livre nomeação e exoneração, o que denota uma “notória desproporção”. Além disso, o portal da transparência do órgão mostra um crescimento exponencial entre os exercícios de 2011 e 2016, com a criação de 1.756 novos cargos, “amplificando-os, por esta via, ao percentual de 86% do seu quantitativo global de funcionários ativos”.

“Trata-se, a princípio, de uma realidade administrativa incongruente com a necessária prevalência do mandamento constitucional do concurso público, o qual, embora tolere estritas mitigações, sempre deverá constituir baliza modeladora do serviço público”, afirmou o procurador.

Como disse um amigo, quero ver o cruzamento das listas do Tribunal de Justiça, do Tribunal Regional do Trabalho, do próprio Tribunal de Contas, etc e tal, que segundo este mesmo amigo, “vai dar cobra preta e jacaré”.

Se as medidas anunciadas são só para inglês ver, melhor não tê-las aunciadas. Éo o que acho.

A conferir!

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2 Responses to Que não seja só pra inglês ver. Estamos cansados de tanta pirotecnia

  1. Nilson Moura Messias disse:

    Barbosa, não é para inglês ver, é, para indiano ver. Quando vamos saber os nomes dos apadrinhados, vagabundos e indicados de jornalistas e os jornalistas que recebem sem trabalhar da assembléia do Rio Grande do Norte. Estes são os “professores” de comunicação social da UFRN, que ensinaram seus alunos a puxarem o saco dos políticos. A maioria saiu as ruas para condenarem a corrupção. É uma aberração!

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