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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Embora o relator no Conselho de Ética da Câmara do processo que investiga o presidente afastado da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), deputado Marcos Rogério (DEM-RO) tenha entregue nesta terça-feira (31) seu parecer sobre o caso – o teor do voto só deverá ser conhecido na próxima sessão do conselho, que ainda será marcada para fazer a leitura, discussão e votar o relatório, a tendência é que o relatório seja favorável à cassação do mandato do peemedebista – leitores do blog estão céticos quanto a cassação do mandato de Eduardo Cunha.
Enquete realizada pelo site revelou isso quando 70% das pessoas que participaram da avaliação afirmaram não acreditar na cassação de Eduardo Cunha quando perguntado “por que Cunha não é cassado”? De acordo com o resultado da enquete que se encerrou hoje, o presidente da Câmara não é cassado porque articulou o impeachment da presidenta Dilma fazendo parte, portanto, do golpe articulado pelo seu partido, o PMDB, e também porque faz manobras com o Regimento e ainda porque sabe demais sobre a vida parlamentar de todos os deputados na Casa.
O ceticismo tem razão de ser. As pessoas depois dos escândalos envolvendo a classe política, caso da Lava Jato, não acreditam mais em nenhum político. Difícil apontar alguém que pense diferente. Dia sim outro sim o noticiário político que já está sendo chamado de resenha policial, tal a corrupção que tomou conta da política brasileira, invade as nossas casas através dos telejornais. E é verdade. As notícias sobre política se confundem com o noticiário policial.
O estupro coletivo ocorrido dias atrás contra uma adolescente no Rio de Janeiro não se diferencia em nada do estupro coletivo que vem ocorrendo na política brasileira. É Mensalão, é Lava Jato, é Zelotes, todas elas envolvendo crimes de tráfico de influência, corrupção ativa, corrupção passiva, organização criminosa e lavagem de dinheiro. Qual a diferença aí entre noticiário político e noticiário policial?
Ouso afirmar que não será nenhuma surpresa se o número de votos brancos e nulos nas próximas eleições municipais tiver um percentual além do esperado, o que pode retratar a repugnância do eleitor contra o estupro coletivo que está sofrendo por parte da classe política brasileira.
A conferir!
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