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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
Está no G1
O juiz Marcos Josegrei da Silva, titular da 14ª Vara Federal de Curitiba, afirmou em entrevista coletiva nesta quinta-feira (21) que a exaltação ao terrorismo foi uma das justificativas para expedir os 12 mandados de prisão temporária contra suspeitos de ligação com o grupo terrorista Estado Islâmico (EI). Dez pessoas, todas brasileiras, foram detidas, segundo a Polícia Federal (PF).
“Há uma exaltação frequente a atos terroristas. Há afirmações de que as pessoas efetivamente integrariam organização terrorista. Há exaltação a atos terroristas acontecidos recentemente ao redor do mundo e afirmações do tipo que aquele ato é um ato nobre, um ato que deve ser parabenizado, que deve ser congratulado”, afirmou o juiz.
Marcos Josegrei também falou sobre as idades dos suspeitos. “São idades variadas, mas são pessoas em idade jovem, não muito mais velhas. Talvez varie dos 20 aos 40 anos”, afirmou o juiz. Ele disse que, apesar de nenhum deles ter aparentemente ascendência árabe, eles se comunicavam através de codinomes árabes em redes sociais e de mensagens.
Questionado sobre a forma de organização do grupo, ele afirmou que é difícil falar em uma liderança proeminente, e que apenas é possível perceber a ação de usuários mais ativos. Ele não confirmou a versão do ministro da Justiça Alexandre de Moraes, que disse que o líder do grupo morava na Região de Curitiba.
“Tem pessoas mais ativas que percebemos que têm conhecimento maior da dinâmica desse tipo de organização e se manifestam mais claramente, e tem pessoas, digamos, menos incisivas (…) eu como juiz do caso não ousaria dizer que ele [o preso em Curitiba] era uma liderança proeminente”, disse Josegredi.
Segundo o juiz, o preso da Região de Curitiba tem 21 anos e está na Superintendência da PF. O município no qual ele vive não foi informado, tampouco o nome ou profissão de nenhum dos presos.
Ainda sobre a estrutura do grupo, o juiz afirmou que eles integram uma comunidade chamada Defensores da Sharia. A quebra das conversas entre eles demonstrou que eles postavam vídeos de execuções públicas, concordando com as ações.
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