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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
Os parrachos de Pirangi, de responsabilidade da União, terão acesso monitorado, mais uma vez, pelo Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (IDEMA). O local é visitado por milhares de turistas principalmente no período da alta estação.
“A Agenda Parracho foi criada em dezembro do ano passado e por meio dela conseguimos disciplinar o acesso de turistas e visitantes. Esse controle é imprescindível para que o desenvolvimento se dê de forma sustentável”.
O TAC, assinado também pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), Capitania dos Portos do RN e ONG Oceânica, disciplina a exploração turística nos parrachos com o objetivo de reduzir os danos ambientais e aumentar a segurança dos visitantes.
Após vários estudos e discussões entre as partes envolvidas, o IDEMA assumiu a responsabilidade do agendamento, o IBAMA de fiscalizar irregularidades verificadas nas embarcações particulares e a Capitania dos Portos vai fiscalizar a segurança dos barcos.
O Termo de Ajustamento de Conduta mais recente estipulou uma nova regra que beneficia os moradores nativos da região. Dos 39 barcos que terão acesso diariamente aos parrachos, 5 serão exclusivos para esses moradores.
Os Parrachos de Pirangi são formações recifais sobre as quais se formam piscinas naturais, durante a maré baixa. A área fica entre os municípios de Parnamirim e Nísia Floresta e é especialmente protegida pelos órgãos de meio ambiente, devido à grande biodiversidade, com numerosas espécies de peixes, algas e invertebrados.
Um diagnóstico ambiental produzido pela ONG Oceânica apontou a degradação da área dos parrachos de Pirangi, em decorrência da exploração indevida. Para evitar maiores prejuízos ao ecossistema local, há no TAC a previsão de manutenção periódica e adequada das embarcações, para prevenir vazamento de óleo; a proibição de fundear em qualquer ponto dos recifes, independente do tipo de âncora; a proibição de despejar lixo no mar, ou mesmo alimentar os peixes; além de outra série de cuidados com a fauna e flora.
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