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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Estranho muito estranho mesmo o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Norte (Sindjorn) não ter se pronunciado até agora sobre a agressão sofrida pela jornalista Fernanda Soares, assessora do Sindsaúde-RN, no Pólo Petrópolis, durante o carnaval. Truculência essa protagonizada por seguranças despreparados contratados pela organização do “Grandes Carnavais” que fez uma área vip na praça pública (praça Cívica).
Bem como o Procon Municipal também não ter se pronunciado pelo fato de ter determinado que “áreas vips” ou cordões de isolamento estariam proibidos no carnaval de Natal e a própria prefeitura ter desrespeitado o cumprimento da medida. De acordo com o órgão, organizadores de blocos de rua em Natal estariam proibidos de fazer áreas vip ou diferenciadas por cordas nos festejos em espaços públicos da cidade. A medida foi divulgada pelo Procon Natal e, em caso de descumprimento, a organização poderia ser punida. O isolamento só poderia ser feito para proteger crianças, idosos, portadores de necessidades especiais e grávidas.
Da mesma forma o Ministério Público não se pronunciou sobre o desrespeito a Constituição Federal que dá ao cidadão o direito de ir e vir. Isso foi deixado de lado quando se privatizou a praça pública, onde até um acesso a uma lanchonete virou área vip.
O blogdobarbosa foi um dos poucos veículos que teve a coragem de combater e denunciar a elitização do carnaval de rua de Natal. O blog reconhece a revitalização do carnaval por parte da atual gestão, mas ao mesmo tempo faz a ressalva de que não se pode privatizar ruas e praças em detrimento da maioria. Ou se repensa isso ou o carnaval de Natal será considerado um carnaval onde se tem a segregação social principalmente no Pólo Petrópolis.
Não sou contra o “Grandes Carnavais”, considero até a ideia de reviver os carnavais de antigamente com blocos de alegoria interessante. O que se questiona é que os organizadores desse projeto não podem tirar proveito de uma festa popular e ganhar dinheiro ocupando espaço público. Como diz Moraes Moreira “a praça é do povo como o céu é do avião”.
Alô Sindjorn, alô Procon Municipal, alô Ministério Público Estadual, alô prefeito Carlos Eduardo Alves, se pronunciem sobre a agressão sofrida pela jornalista e pelo fato da prefeitura ter permitido privatizar uma praça para beneficiar alguns poucos foliões.
A conferir!
Foto feita no local da área vip na praça Cívica
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