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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

por Ricardo Noblat
Este é um dos mitos cultivados há mais de século: jornalista é imparcial. Ou tem obrigação de ser.
Ninguém é imparcial. Porque você é obrigado a fazer escolhas a todo instante. E ao fazer toma partido. Quando destaco mais uma notícia do que outra faço uma escolha. Tomo partido. Quando opino a respeito de qualquer coisa tomo partido.
Cobre-se do jornalista honestidade. Nada posso inventar. Não posso mentir. Não posso manipular fatos. Mas posso errar – como qualquer um pode. E quando erro devo admitir o erro e me desculpar por ele.
Cobre-se do jornalista independência. Não posso omitir informações ou subvertê-las para servir aos meus interesses ou a interesses alheios. Ou por medo de sofrer retaliações.
Se me limito a dar uma notícia devo ser objetivo. Cabe aos leitores tirarem suas próprias conclusões. Se comento um fato, ofereço minhas próprias conclusões. Cabe aos leitores refletir a respeito, concordar, divergir ou se manter indiferente.
Jornalista é um incômodo. E assim deve ser. Se não for não é jornalista.
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