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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

“O SUS é nosso e não vamos deixar que destruam. Por isso peço a todos que estão participando desse importante evento para a defesa da democracia, que saiam daqui fortalecidos e munidos com estratégias para lutar por esse importante sistema público de saúde que está sendo cruelmente ameaçado”. Com essa fala o secretário da Secretaria de Estado da Saúde Pública, George Antunes, saudou a todos os participantes do 3º Congresso Brasileiro de Política, Planejamento e Gestão em Saúde da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) que acontece no Centro de Convenções de Natal até a quinta-feira (04).
Na abertura oficial do evento, que aconteceu na noite desta terça-feira (02), participaram da Mesa, além do gestor da Sesap, representantes da Fiocruz, UFRN, Organização Panamericana de Saúde (OPAS), Conselho Nacional de Saúde e da Abrasco. Todos destacaram a necessidade da sociedade brasileira se unir e lutar pelo Sistema Único de Saúde que está seriamente ameaçado pelo projeto que limita os gastos com educação e saúde e pela proposta do governo federal em se criar o plano de saúde acessível.
Sobre isso, George Antunes destacou, “querem colocar a culpa dos problemas do SUS na falta de uma gestão qualificada, no entanto esse Congresso da Abrasco vem desmentir isso. Na saúde coletiva não faltam profissionais competentes e capacitados. O país tem excelentes pesquisadores na área e muitos avanços científicos, mas não se consegue avançar nos serviços devido ao subfinanciamento crônico da saúde pública, que tem como maior objetivo a total extinção desse que é uma das maiores conquistas do povo”.
Renato Tasca, representante da OPAS, falou que tem acompanhado discussões sobre a melhoria no sistema público de saúde nos principais países do mundo, como Itália e Reino Unido que tem um sistema de saúde semelhante ao do Brasil. “Mas só aqui se discute reformas com a proposta de extinção dos princípios constitucionais, sobretudo no que se refere a saúde como direito de todos e dever do Estado. Se a população brasileira não se unir, vai ser um enorme retrocesso para esse País”, destacou.
O evento que tem como tema “Estado e Democracia: o SUS como direito social” conseguiu reunir cerca de 2 mil pessoas, entre docentes, estudantes de pós-graduação e graduação, pesquisadores, profissionais dos serviços e ativistas sociais ligados à Saúde Coletiva. A Sesap está apoiando a participação de 210 profissionais, entre técnicos, gestores e representantes do Conselho Estadual de Saúde do RN.
Na programação desta quarta-feira, além da apresentação dos trabalhos dos congressistas, serão discutidos: a Crise da política e da democracia representativa no Brasil, o planejamento da Saúde diante das incertezas, a defesa dos projetos universalizantes como o do SUS diante das políticas de ajuste, saberes, conhecimento científico e pensamento crítico em saúde, ajuste e austeridade fiscal, justiça tributária, direitos sociais e o financiamento da Saúde, burocracia, controlismo e gestão do SUS nos Estados e Municípios, etc.
Mais informações no site do evento http://abrasconatal17.ufrn.br/
Foto: Divulgação
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