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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Geral

Prisão do desembargador aposentado Francisco Barros gera perplexidade no meio jurídico potiguar

Está no Blog Poder Jurídico, de Annelly Medeiros

A prisão do desembargador aposentado Francisco Barros Dias na manhã desta quarta-feira (30), em Natal, foi recebida com grande surpresa. Francisco Barros tem uma longa e reconhecida trajetória no meio jurídico potiguar.  Antes de atuar como desembargador do Tribunal Regional Federal da 5ª Região, foi servidor e atuou como magistrado titular da 3ª Vara Federal do Rio Grande do Norte. “Estou sem acreditar”, disse um dos muitos alunos e admiradores do professor Barros. Pelo twitter, a prisão foi lamentada pelos que o conhecem de perto. Alguns falam em decepção, mas outros preferem aguardar o final das investigações.

O desembargador está detido no Quartel do Comando Geral da Polícia Militar do Rio Grande do Norte, no bairro Tirol, Zona Leste de Natal. De acordo com informações do G1, a defesa do de Barros afirmou que não vai se pronunciar até ter acesso à denúncia.

De acordo com o Ministério Público Federal, a operação Alcméon, deflagrada em Natal, Mossoró e Recife, investiga a participação do desembargador em crimes cometidos durante o exercício de sua função no TRF/5ª e também após a aposentadoria. Francisco Barros teria recebido (2012), no estacionamento do próprio tribunal, a quantia de R$ 150 mil para votar a favor de Rychardson de Macêdo, um dos condenados na Operação Pecado Capital que apurou irregularidades no IPEM – Instituto de Pesos e Medidas do RN.

As acusações também envolvem o desembargador já falecido Paulo Gadelha que teria recebido R$ 100 mil para liberar Rychardson no mesmo caso.

Barros também não teria respeitado a quarentena de três anos, após aposentadoria, para começar atuar como advogado.

Foto reproduzida do Blog Poder Jurídico

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