O blog cria um novo espaço pra relembrar causos e editoriais, clique aqui para acessar o e-book.
Arquivos
Links Rápidos
Categorias
E-book
O blog cria um novo espaço pra relembrar causos e editoriais, clique aqui para acessar o e-book.
Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
Há jornalistas que se comprazem com o furo – a nota exclusiva, a declaração da autoridade ou do empresário. Outros, com as denúncias. Alguns, com a indignação exacerbada.
Meu sonho sempre foi o de tentar antecipar conceitos que poderiam mudar o país, garimpar ideias nascentes, movimentos embrionários e identificar aqueles que seriam os constituidores da futura grande nação. Enfim, juntar as peças que poderiam compor o cenário futuro de país.
Três trabalhos, em particular, me agradaram. Um, a série que fiz em meados dos anos 90 sobre os conceitos ligados à abertura, o trabalho do pessoal do Julio Mourão no BNDES-Petrobras-Eletrobras, o modelo de abertura programada (derrubado pela apreciação do Real), os modelos de profissionalização das empresas familiares, os novos conceitos de gestão e de investimento.
Em julho de 2004 fiz uma longa série sobre os novos conceitos que mudariam o Brasil.
Leia aqui matéria do Estadão sobre o “novo desenvolvimentismo”, as ideias que estão sendo organizadas como plataforma da candidatura Dilma. E clique aqui para ler parte da série de matérias que escrevi na Folha, em julho de 2004 sobre o “novo nacionalismo” ou “novo desenvolvimentismo”.
Incluí muitos desses capítulos no livro “Os Cabeças de Planilha” – que serviu de base para alguns dos conceitos levantados pelo Roberto Mangabeira Unger, quando na Secretaria Especial de Longo Prazo.
Vendo o que ocorreu com o Brasil do ano passado para cá, lendo as ideias que estão servindo como plataforma dos candidatos em 2010, creio ter cumprido meu papel de plantar ideias modernizadoras.
No link das colunas coloquei parte delas, com os seguintes temas:
1. A recuperação do amor próprio e do nacionalismo.
2. O novo papel do Estado nacional.
3. A diplomacia com visão geopolítica.
4. O papel do sistema de inovação.
5. As novas multinacionais brasileiras.
6. O papel das políticas sociais.
7. O nascimento do novo ciclo.
8. A importância da recuperação da auto-estima do povo brasileiro.
9. A recuperação do planejamento como ferramenta estratégica.
10. O fim do modelo financista e da compulsão pelo superávit fiscal a qualquer preço.
Esse tipo de trabalho tem repercussão restrita, junto a círculos mais ligados ao tema. Não são ideias assimiláveis pela maioria da opinião pública, porque pretendendo anunciar o novo que ainda não nasceu.
Quando formuladas, são alvos de incompreensão, porque o ciclo anterior ainda não foi encerrado. E maioria da mídia só embarca na nova ideia, no novo ciclo, depois de consolidado.
Mas não há satisfação maior do que conseguir entender o que vem pela frente, antecipar as ideias novas e dar início à batalha.
Quando, neste final de 2009, me dou conta de que o futuro chegou, a sensação de dever cumprido é rapidamente substituída pelos novos desafios, de entender o novo país que virá depois do novo ciclo.
O terceiro desafio foi o de chamar a atenção para a nova forma de comunicação – na Internet – que acabaria com o monopólio da opinião no país.
Deixe uma resposta