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Baú de um Repórter

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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Editorial, Geral

Um editorial mais que atual

Ainda em outubro postei aqui neste espaço um editorial com o título: “Preocupação número 1: Segurança Pública”. Na oportunidade chamei a atenção para o futuro governador do Rio Grande do Norte, vice-governador Iberê Ferreira de Souza (PSB), que assume a titularidade do cargo com a desincompatibilização da governadora Wilma de Faria (PSB), que deixa o governo em abril para concorrer a uma das duas vagas ao Senado pelo Rio Grande do Norte.

Ressalto que o editorial foi feito há alguns meses. Portanto, a violência continua de maneira avassaladora em todo o estado. Essa preocupação com a questão da segurança pública deve e certamente será pauta das discussões da campanha eleitoral que se avizinha. E, claro, principal ponto de programa dos candidatos ao cargo de governador. Senão, um dos principais pontos. Vivemos uma época de insegurança. E isso não diz respeito só ao Rio Grande do Norte, ou a Natal, capital do estado. O problema é mundial e se as autoridades competentes não tomarem medidas energicas o cidadão que paga seus impostos para ter o mínimo de segurnça se tornará refém dos bandidos, se já não o é.

Não estou aqui fazendo críticas aos que comandam a segurança pública no estado, mas fazendo um alerta. Hoje, Natal, por exemplo, outrora cidade pacata, já não pode mais se dizer isso. Moro no Tirol, um dos bairros considerados nobres da capital potiguar. Ainda esta semana presenciei uma cena que inaginava acontecer apenas nos morros cariocas. Um heicóptero da Polícia Militar sobrevoando o morro de Mãe Luiza a uma altura mínima para uma aeronava daquele porte com políciais de metralhadora em punho na busca de traficantes. Basta dizer que o meu edifício tem nove andares e o helicóptero estava bem próximo. Há alguns anos jamais se pensaria nisso, pelo menos em Natal.

Os assaltos a casas de praias se tornaram frequentes tanto no litoral norte quanto sul. A cada ano que passa o terror aumenta. Tenho um amigo que veraneia na praia de Maracajaú e costuma passar pelo menos janeiro por lá. Este ano, em virtude da onda de assaltos naquela praia já retornou a Natal. O seu veraneio foi apenas de 15 dias. Soube que muita gente também está encurtando o período. Até quando vamos suportar isso?

Quem quiser ler o comentário que postei sobre a insegurança em outubro, como me referi logo no início desse texto é só clicar em Editorial

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