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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Geral

Ainda sobre o Carnaparrachos

Manchete do Diário de Natal hoje:

Ibama quer controlar acesso aos Parrachos

Depois da polêmica em torno da exploração dos parrachos de Pirangi, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama) intensificou a fiscalização na região. Barcos e lanchas que estiveram nos parrachos no sábado passado, durante evento de prévia carnavalesca, serão notificados nos próximos dias. Após operação realizada no último fim de semana, o órgão ambiental reconheceu que os parrachos estão impactados ambientalmente. O Marina Badauê, empresa que promove passeios turísticos nos parrachos há 25 anos, receberá multa que pode variar a até R$ 50 mil por não possuir licença ambiental do Ibama. Demais empresas que atuam na área também serão notificadas.

O chefe de fiscalização do Ibama, Robson Lopes, afirmou que o Carnaparracho, evento que seria realizado no último sábado (30) nos parrachos e na praia, levantou o problema e provocou a reação do instituto. “Os corais estão ruins”, afirmou. Em operações anteriores, os fiscais chegaram a encontrar churrasqueiras com carvão em cima de pranchas. “Outra questão é o aumento do número de frequentadores, que vem provocando muitas agressões ao ambiente marinho”, disse. De acordo com a assessoria de imprensa, houve um incremento de 178% no número de registro de embarcações. O Diário de Natal noticiou toda a problemática em torno da realização do evento na semana assada.

Com base nesses dados, o Ibama está iniciando um processo para regulamentação da frequência aos corais. A começar pelas empresas que exploram comercialmente a região. Na quarta-feira passada, o Marina Badauê foi notificado a apresentar o licenciamento para funcionamento nos parrachos em um prazo de 48 horas. Mas só ontem, representantes da empresa foram até o Ibama para dar entrada no requerimento da licenciamento. “Nós temos autorização da Capitania dos Portos e do Idema para atuar na área. Só não temos do Ibama porque não sabíamos da necessidade de licença deles”, explicou Gastão Grossmann, proprietário do Marina Badauê.

25 anos

Segundo oempresário, o Ibama nunca se pronunciou em 25 anos de atuação da empresa turística. “O Marina Badauê apoia, concorda e está disposto a seguir todas regras que forem criadas para preservar os parrachos. Mas é preciso que haja bom senso. O que eles não podem é paralisar uma atividade com mais de 20 anos. Não estamos aqui passando apenas um verão”, criticou.

Obs do Blog: Está mais do que correto o órgão federal que cuida da fiscalização do meio ambiente. Leia comentário sob o título “Sem querer ser chato” clicando em: Editorial

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