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Baú de um Repórter

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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Editorial, Geral

Editorial

Estão assaltando o natalense

A gasolina chegou a R$ 2,88 nos postos de combustíveis em Natal. Isso é um verdadeiro absurdo, um assalto ao bolso do natalense. Hoje de manhã, logo cedo, caminhando pela praia do Meio observei um funcionário de um posto alterando o preço do combustível. O que adianta você ter um carro flex se o preço do álcool também está na estratosfera. Qual a alegação agora para a subida do preço da gasolina?

O pior de tudo é que existe um cartel em Natal e o Ministério Público faz vista grossa. São poucos os postos de combustíveis que diferenciam preços. E quando isso ocorre é apenas uma diferença mínima, de centavos. Aonde vamos chegar? Dessa forma é preferível comprar uma bicicleta, com uma vantagem: é ecologicamente correto nestes tempos em que se discute a preservação do meio ambiente.

Não adianta nem você tentar boicotar determinados potos porque, como disse, existe um cartel na capital do Rio Grande do Norte. Outro dia falando com um dono de um ex-posto de combustível ele me disse que isso existe em Natal porque a BR Distribuidora monopoliza a venda de combustível. Daí o preço ser igual para todos os postos de combustíveis na compra do produto. Contudo, isso não justifica.

Por que é então que o Sindicato dos Postos de Combustíveis no Rio Grande do Norte não denuncia isso, se é mesmo verdade? Acredito que se outras distribuídas pudessem entrar aqui, caso da Shell, Esso, Atlantic os postos de combustíveis poderiam vender a gasolina e o álcool com preços diferenciados. Ganharia aquele posto que tivesse o melhor preço, certamente!

Mas o que ocorre é que em Natal o cartel dos postos de combustíveis existe e nada é feito para coibir isso. Infelizmente quem acaba pagando o pato é o consumidor. O que fazer? Apelar ao papa?

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