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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Geral

Saúde em colapso: aumenta taxa de letalidade, 9.311 brasileiros já morreram em casa, 80% dos intubados não resistem. Brasil tem 10 vezes mais mortes/dia por covid que a média mundial

Está no site Viomundo

Apesar das mentiras que o presidente Jair Bolsonaro disse em seu discurso em rede nacional, o fato é que o Brasil vive a maior calamidade sanitária, hospitalar e possivelmente funerária de sua história.

Chegamos aos 3 mil mortos que cientistas haviam previsto nas últimas semanas: 3.251, para ser mais exato, em 24 horas.

Nesta quarta-feira o Brasil atingirá 300 mil mortos pela pandemia de covid-19, sem sinal de solução à vista.

O Boletim Epidemiológico mais recente da Fiocruz é devastador.

De todos os países que registraram mais de 100 mil mortes por covid o Brasil é neste momento o único em que a curva de casos cresce de maneira acelerada.

A falta de distanciamento social, o baixo uso de máscaras e o surgimento de novas variantes se combinam para provocar um aumento de 40% a 70% de transmissibilidade, diz a Fiocruz.

Por causa do colapso do sistema de Saúde, a taxa de mortes é de 59% entre os internados em UTI e de 80% entre os que foram intubados.

Também aumentou o número de mortes por outras causas.

De acordo com o boletim, 9.311 brasileiros já morreram em suas casas.

As mortes registradas como causadas por “insuficiência respiratória” cresceram 5,9% e as por septicemia, 28,8%.

Por conta do “conjunto da obra”, a taxa de letalidade por covid passou de 2 no final do ano passado para 3,1 agora.

Dentre as medidas sugeridas pela Fiocruz, estão lockdown de duas semanas em várias regiões e distribuição maciça de máscaras eficazes que garantam a cobertura de 80% dos brasileiros.

O Brasil bateu o recorde de casos em 24 horas, 84.996, o que indica que a pressão sobre o sistema de saúde vai continuar.

Para se ter uma ideia, os Estados Unidos tiveram 765.479 casos em duas semanas, enquanto o Brasil atingiu 995.861 — apesar de ter uma população bem menor.

Em relação à média mundial, o Brasil decolou.

No dia 22 de março, o país teve 354 casos por milhão de habitantes, cinco vezes mais que a média mundial, de 63 casos.

No mesmo dia, o Brasil teve dez vezes mais mortes que a média mundial.

Foto reproduzida do Viomundo

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