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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Está no portal Brasil 247
“O fracasso das manifestações de domingo contra Bolsonaro ensina que brincando de cubo não se elege presidente”, diz o colunista Elio Gaspari em sua coluna publicada pelo jornal Folha de S.Paulo. “Se elegesse, Geraldo Alckmin estaria no Planalto. Em 2018 ele tinha cinco minutos e meio no horário gratuito de televisão, contra poucos segundos de Bolsonaro. Tinha também os blindados do PSDB contra o estilingue do PSL”.
De acordo com o colunista, “o pessoal que brinca de cubo soma fatores como notoriedade, grana de todas as caixas, tempo de TV e apoios partidários”. “De vez em quando, tentam alavancar uma celebridade da telinha. Contudo, Collor elegeu-se porque apresentou-se como o ‘Caçador de Marajás’, e Bolsonaro com uma mistura de antipetismo com ‘nova política’ (ninguém sabia o que era isso, mas foi-se em frente)”, diz.
“Brincar de cubo, como jogar gamão, é um hábito do andar de cima. Na essência, a brincadeira considera irrelevante a vontade popular. Assim, tanto no caso de Collor como no de Bolsonaro, deu no que deu: ambos aninharam-se no centrão”.
Foto reproduzida da Internet
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