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Baú de um Repórter

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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Economia, Política

Tucano Rogério Marinho questiona o Custo Brasil

O deputado Rogério Marinho (PSDB-RN) chamou atenção para o Custo Brasil – conjunto de fatores que oneram a competitividade da industria nacional. O cálculo é do encarecimento de 36,3% no preço de nossos produtos em relação, por exemplo, aos fabricados nos Estados Unidos.

A conta é inédita e foi elaborada pela Abimaq [Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos]. Foram levados em conta oito fatores para compor o valor de mais de 36%: impacto dos juros sobre o capital de giro, preços de insumos básicos, impostos não recuperáveis na cadeia produtiva, encargos sociais e trabalhistas, logística, burocracia e custos de regulamentação, custos de investimento e custos de energia.

– Estamos reafirmando a velha política de um país exportador de produtos primários e semimanufaturados e importador de produtos de valor agregado e de tecnologia avançada. Efeito que acompanha a história econômica brasileira há muito, afirmou o parlamentar.

O resultado de toda esta política econômica é uma espécie de desindustrialização do país. A participação do setor de serviços, hoje, supera 65% no PIB. Houve nos últimos 20 anos redução da indústria no valor adicionado e recuo próximo a 5% no total de empregos gerados no período de 1990 – 2007.

Reforma Tributária, Reforma da Previdência, Reforma Trabalhista e Reforma Educacional são as saídas apontadas pelo parlamentar tucano para um crescimento econômico sustentável.

Em Educação, a reforma deverá abarcar todos os níveis de ensino. Segundo um levantamento realizado por pesquisadores do  Ipea em 2009, apenas 1,9% dos 26 mil doutores brasileiros, atualmente empregados, está na indústria, enquanto 66% permaneciam na universidade e outros 18% no setor público.

– Com 66% dos doutores permanecendo nas universidades o que se tem é a máquina pública do ensino superior priorizando a formação dos seus próprios quadros e concentrando o investimento público. O resultado é a falta de oferta de cérebros para os setores que demandam criatividade, ousadia e espírito empreendedor, tudo que motiva, fortalece e transforma recursos em riquezas”, concluiu Marinho. (Com informações da assessoria do mandato do deputado Rogério Marinho)

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