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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Está no Blog da Andréia Sadi
Em seu voto no julgamento do primeiro réu envolvido nos atos golpistas de 8 de janeiro, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça usou argumentos semelhantes àqueles que têm sido reproduzidos e defendidos por apoiadores e ex-integrantes do governo de Jair Bolsonaro (PL) nos últimos meses.
Em vários momentos, na avaliação de ministros do STF ouvidos pelo blog, o discurso de Mendonça se aproximou daquele de mensagens de “zap” de grupos bolsonaristas, quando questionados do motivo pelo qual o ex-presidente não agiu para tentar desmobilizar os acampamentos golpistas em frente a quartéis do país.
Nos bastidores, ministros do STF se dizem indignados com a argumentação de Mendonça, que atribuiu ao Ministério da Justiça a eventual responsabilidade pelos acontecimentos de 8 de janeiro – na visão deles, o voto é uma espécie de preparação de terreno para o julgamento de uma eventual denúncia contra Bolsonaro.
Um integrante do Judiciário disse ao blog, inclusive, que Mendonça ”parecia advogado de defesa” de Bolsonaro – vale lembrar que Mendonça, hoje no Supremo, foi ministro da Justiça do ex-presidente.
A expectativa entre investigadores que atuam na apuração dos atos golpistas é de que qualquer denúncia sobre participação de Bolsonaro nos atos golpistas só ocorra após a troca na Procuradoria-Geral da República (PGR), com a saída de Augusto Aras.
Julgamento
O Supremo Tribunal Federal iniciou na quarta-feira (13) o julgamento das primeiras ações contra pessoas acusadas de participação dos atos golpistas de 8 de janeiro. Em suas ações, a PGR identificou indícios de associação criminosa armada, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.
O primeiro réu julgado, Aécio Lúcio Costa foi condenado pelos cinco crimes e recebeu a pena de 17 anos de prisão.
Foto reproduzida da Internet
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