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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Economia

Prates diz que petróleo ainda terá papel central na economia nas próximas quatro décadas

Está no Brasil 247

O presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, em entrevista ao jornal Valor, discutiu vários aspectos sobre o futuro da empresa e do petróleo. Prates abordou o rumor de uma possível subsidiária da Petrobras no Oriente Médio, mencionado durante a COP 28 em Dubai. Ele explicou que a ideia de “investimentos cruzados” foi discutida com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e não envolve diretamente a criação da “Petrobras Arábia”.

Prates estima que o petróleo continuará sendo uma fonte de energia primária mundial por pelo menos mais quatro décadas, defendendo assim os investimentos em novos poços. Ele destacou que a Petrobras deve atingir seu pico de produção de petróleo em 2030, antes de começar a declinar. Além disso, projetou que em 20 a 25 anos, o portfólio de energia limpa da empresa poderá se equiparar ao de petróleo.

O presidente da Petrobras também comentou sobre as críticas relacionadas à realização da COP 28 nos Emirados Árabes, uma nação rica em petróleo. Prates negou que o evento servisse para realizar “greenwashing” e reiterou que a presença de grandes petrolíferas na COP é um movimento significativo para a transição energética global. “Greenwashing” é um termo usado para descrever a prática de empresas ou países que se promovem como ambientalmente responsáveis ou sustentáveis, mas na realidade, suas ações e políticas não são efetivamente benéficas para o meio ambiente.

Prates ainda abordou a relação entre a Petrobras e o governo brasileiro, negando sofrer pressões diretas para reduzir preços, mas admitindo haver expectativas quanto ao custo dos combustíveis. Ele também discutiu a possibilidade de cooperação com os países árabes na área de fertilizantes, destacando a complementaridade entre Brasil e Golfo neste setor.

Foto reproduzida da Internet

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