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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
O PT de Natal não tem motivos para ser intransigente quanto a ser cabeça de chapa numa eventual aliança com o PMDB e até mesmo o PSB, do prefeito Carlos Eduardo Alves (PT). Sequer tem um nome definido para disputar o pleito. Existem duas pré-candidaturas postas: a do deputado estadual Fernando Mineiro, e a da secretária municipal de Planejamento, Virgínia Ferreira. O primeiro já foi testado nas urnas em campanhas majoritárias e o resultado foi pífio. A segunda, uma técnica, diga-se de passagem, muito competente, mas o seu nome ainda não foi levado ao veredito das urnas. Trata-se, portanto, de uma incógnita.
Baseado em que então o PT exige ser a cabeça de chapa. Fica difícil então uma aliança partidária quando um dos interessados já coloca de antemão que não abre mão de indicar o candidato a prefeito. Nesse caso, as conversas com outros partidos adiantam de quê. Uma hipótese que poderia levar o PT a indicar a cabeça de chapa seria se o presidente Lula viesse a Natal fazer campanha. Mas até isso está descartado. A menos que haja uma aliança entre os petistas, socialistas e pmedebistas. Pouco provável. Em não havendo, os partidos da base aliada ao governo federal devem sair cada um com candidatura própria, ou na pior das hipóteses, uma aliança entre o PT e o PMDB com o apoio do prefeito Carlos Eduardo Alves. Mas aí o PSB terá candidatura própria. Lula virá a Natal nesse caso? Não!
Os petistas precisam primeiro definir quem será o seu candidato. Depois, sentar pra conversar institucionalmente, sem arroubos e, sobretudo, com despreendimento com os dirigentes partidários do PMDB e PSB. Em seguida, fazer uma avaliação de qual o candidato melhor posicionado. Aí sim, definir quem será o cabeça de chapa. Do contrário, estarão fadados a sair com chapa puro sangue e sem o apoio de nenhuma liderança política maior no estado.
O senador Garibaldi Alves já disse: “Com aliança, candidaturas são reversíveis”. O recado foi dado. O presidente do Congresso Nacional entende que o diálogo entre os partidos da base aliada do governo Lula implica em flexibilidade dos nomes apresentados para a disputa. Quando Garibaldi diz que o nome do vereador Hermano Morais, pré-candidato do PMDB a prefeito de Natal é flexível, ele também espera o mesmo despreendimento do PT ou até mesmo do PSB para uma eventual composição de uma aliança com vistas ao pleito de outubro na capital do Rio Grande do Norte.
Barbosa sua análise está bem fundamentada,não há como discordar dela.