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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Está no g1
As Forças de Defesa de Israel afirmaram que bombardearam uma escola da Agência da ONU para Refugiados Palestinos (UNRWA) nesta quarta-feira (5). Funcionários de saúde ouvidos pela Associated Press afirmaram que 30 pessoas morreram, incluindo cinco crianças.
Segundo o exército israelense, a instituição abrigava uma base do grupo terrorista. Por outro lado, o governo local afirmou que a escola estava sendo usada para abrigar palestinos que tiveram de deixar as próprias casas por causa do conflito.
O ataque aconteceu em um campo de refugiados de Nuseirat, que fica na região central da Faixa de Gaza.
Os militares israelenses afirmaram que caças do Exército realizaram um “ataque preciso” em uma unidade do Hamas que ficava dentro da escola. Ainda de acordo com as forças israelenses, terroristas foram mortos.
“Os terroristas dirigiram sua campanha de terror a partir da zona da escola, explorando-a e usando-a como refúgio”, disse o Exército de Israel.
Já as autoridades da Faixa de Gaza acusaram as forças israelenses de terem cometido “um massacre horrível”.
“Um número considerável de mártires e feridos continuam chegando ao hospital de Al-Aqsa”, afirmaram.
Segundo a AP, o hospital disse ter recebido 30 corpos em consequência do bombardeio à escola. Além disso, outras seis pessoas morreram em um outro ataque na região.
Segundo a ONG Médicos Sem Fronteiras (MSF), o hospital de Al-Aqsa recebeu cerca de 70 mortos e 300 feridos desde terça-feira (4). A organização afirmou que a maioria dos pacientes é composta por mulheres e crianças alvos de bombardeios.
“O cheiro de sangue na sala de emergências esta manhã era insuportável. Há pessoas deitadas por todos os lados, no chão, fora. Estão trazendo os corpos em sacos plásticos. A situação é insustentável”, publicou a coordenadora da MSF em Gaza, Karin Huster, em uma rede social.
Foto: El País
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