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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Política

EUA oferecem `anistia´ a Maduro para que renuncie à presidência

Está na Sputnik

Os Estados Unidos ofereceram ao presidente venezuelano, Nicolás Maduro, uma “anistia” sobre as acusações feitas contra ele pelo Departamento de Justiça em 2020 em troca de deixar o cargo presidencial, informou o jornal The Wall Street Journal neste domingo (11), citando fontes familiares com as negociações.

Em março de 2020, o Departamento de Justiça dos EUA anunciou acusações contra Maduro e outros 14 funcionários venezuelanos por suposto “terrorismo de drogas”, corrupção e tráfico de drogas. O então procurador-geral, William Barr, disse que os EUA considerariam todas as opções para deter Maduro e outros.

Os EUA negociaram uma anistia para Maduro e seus principais assessores e expressaram prontidão para fornecer garantias de que não buscariam sua extradição ou processo, relatou o WSJ. As negociações até agora foram realizadas entre o chefe da Assembleia Nacional da Venezuela, Jorge Rodriguez, e o ex-secretário-adjunto de Defesa para o Hemisfério Ocidental do Departamento de Defesa dos EUA, Daniel Erickson, em um formato remoto.

Durante as conversações de Doha em 2023, os EUA supostamente ofereceram anistia a Maduro, mas o líder venezuelano recusou-se a discutir as condições para renunciar. Uma fonte próxima ao governo venezuelano disse ao diário que a posição de Maduro não mudou.

Os venezuelanos votaram em uma eleição presidencial em 28 de julho, que foi vencida pelo presidente em exercício, Maduro, com mais de 51% dos votos, conforme declarou o Coselho Nacional Eleitoral da Venezuela. A oposição alegou uma vitória esmagadora, citando folhas de apuração que obtiveram dos centros de votação em todo o país. Isso levou a protestos em massa da oposição. Mais de 2.000 pessoas foram detidas sob acusações de causar danos à infraestrutura estatal, incitação ao ódio e terrorismo.

Sem esperar pelos resultados da recontagem e auditoria dos votos, Washington pediu ao mundo que reconhecesse o líder da oposição, Edmundo Gonzalez, como presidente eleito da Venezuela. Legisladores dos EUA e da União Europeia responsáveis pelas relações internacionais ameaçaram que “responsabilizariam” Maduro se ele não abdicasse de seus poderes como chefe de Estado após a eleição.

Foto reproduzida da Internet

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