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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Está no portal da Tribuna do Norte
O relatório de transição entregue ao Tribunal de Contas do Estado e publicado trechos hoje no jornal Agora RN, mostra que o prefeito Paulinho Freire (UB) herdou R$ 862,9 milhões em dívidas deixadas por Álvaro Dias (REP).
São R$ 513 milhões de empenhos sem dinheiro em caixa para pagar.
O relatório é fruto do trabalho da equipe de transição com membros da administração passada – Álvaro Dias – e da atual.
A tal transição foi coordenada pela vice-prefeita Joanna Guerra (REP), que ainda não deu uma palavra sequer sobre o tamanho da dívida. Ela era secretária de Planejamento de Dias.
São R$ 730 milhões em precátorios, sendo que na Lei Orçamentária Anual (LOA), foi planejado para a procuradoria geral do município, no detalhamento de despesas do município, o valor previsto para quitar dívidas de precatório é de R$ 99 milhões e 630 mil.
De restos a pagar de exercícios anteriores e do orçamento de 2024 são R$ 592,2 milhões.
Ainda das gestões anteriores são 46 obras inacabadas ou paralisadas.
A LOA de 2025 estabelece um orçamento de R$ 5,29 bilhões para Natal, com a previsão de abertura de créditos suplementares de até 40% do total das despesas, que poderá auxiliar na recomposição de áreas afetadas pela restrição orçamentária.
Politicamente, a situação é uma saia justa, justíssima para a vice -prefeita Joana Guerra, que além de ter sido secretária de Planejamento, foi a responsável pela transição.
Ou seja, não pode contestar os números encontrados pela equipe de Paulinho Freire.
Politicamente também, a situação deixa o próprio prefeito numa situação delicada; se manter fiel incondicionalmente ao grande responsável por sua vitória ou preservar seu futuro de administrador e homem público?
O vazamento das informações já sinalizam que a segunda alternativa é a mais plausível.
Foto reproduzida da Internet
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