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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Está no Brasil 247
O Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou nesta sexta-feira (21) o julgamento da deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) por porte ilegal de arma de fogo e constrangimento ilegal com uso de arma. Até o momento, três ministros votaram pela condenação da parlamentar, incluindo o relator da ação penal, Gilmar Mendes, informa o g1.
O processo está sendo analisado no plenário virtual da Corte, sistema em que os ministros depositam seus votos eletronicamente, sem necessidade de debate presencial. O prazo para a conclusão do julgamento se encerra no dia 28 de março, salvo em caso de pedido de destaque — o que transferiria o caso para deliberação no plenário físico.
O episódio que motivou a denúncia ocorreu em outubro de 2022, na véspera do segundo turno das eleições presidenciais. Na ocasião, Zambelli sacou uma pistola e perseguiu um homem pelas ruas de um bairro nobre de São Paulo, após um desentendimento político. As imagens circularam nas redes sociais e geraram ampla repercussão.
Relator do caso, o ministro Gilmar Mendes votou pela condenação da deputada a 5 anos e 3 meses de prisão. Ele também defendeu a cassação do mandato parlamentar, a revogação definitiva da autorização de porte de arma de fogo e o envio da arma apreendida ao Comando do Exército.
Os ministros Cármen Lúcia e Alexandre de Moraes acompanharam integralmente o voto do relator. Com isso, o placar parcial até o momento é de 3 a 0 pela condenação e perda de mandato, mas o julgamento segue em aberto, restando a manifestação dos demais membros do Supremo.
A denúncia foi oferecida pela Procuradoria-Geral da República (PGR), que enquadra Zambelli em dois crimes:
Caso a maioria dos ministros acompanhe o voto do relator, Zambelli será condenada e perderá seu mandato. A execução da pena, no entanto, dependerá do trânsito em julgado da decisão, ainda sujeita a recursos.
Foto reproduzida da Internet
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