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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Está na Agência Saiba Mais, via UOL News
Coordenador da pré-campanha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à presidência, o senador potiguar Rogério Marinho (PL-RN) reconheceu nesta terça-feira (31) que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva é favorito à reeleição nas eleições de 2026. Ele disse ainda que Flávio entra na disputa com alta rejeição por causa do seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro.
As declarações foram dadas em entrevista ao UOL News, do Canal UOL. Em relação a quem tem mais chances de vencer a corrida ao Palácio do Planalto, Marinho acredita que Lula, por estar no governo, larga em vantagem.
“Nós não achamos que o Flávio é o favorito na disputa. Longe de mim essa afirmação. É uma campanha difícil. Quem está sentado na cadeira e sabe usar bem a máquina pública é o atual presidente da República. Ele é o favorito”, disse.
Nas eleições de 2022, mesmo com a máquina pública na mão, Jair Bolsonaro perdeu para Lula. O líder do bolsonarismo recebeu 43,20% dos votos no primeiro turno e 49,10% no segundo, ante 48,43% e 50,90% do líder petista em cada volta, respectivamente.
Ainda segundo Marinho, Flávio herda uma rejeição que vem do seu pai, e que ela vem caindo desde que a pré-candidatura do senador carioca à presidência foi lançada.
“Quando Flávio se lançou como candidato, apareceu uma primeira pesquisa que ele dava 60% de rejeição e 25% ou 26% de intenção de voto. (…) Ele herdava um percentual de votos que o pai lhe legava pelo sobrenome, mas ele herdava também uma rejeição que não era dele, uma rejeição que estava encrustada em Jair Bolsonaro”, avaliou.
Rogério evitou comentar sobre a busca pelo vice e disse que a prioridade atual da pré-campanha é a formação de palanques estaduais. No Rio Grande do Norte, o bolsonarismo aposta em Álvaro Dias para governador, além de Styvenson Valentim e Coronel Hélio para senadores.
Força do lulismo
O cenário local também reflete a força do lulismo e do apoio do atual presidente aos concorrentes no Rio Grande do Norte. Adversário da governadora Fátima Bezerra (PT) em 2022, o ex-deputado estadual e ex-vice-governador Fábio Dantas afirmou que o pré-candidato Cadu Xavier (PT) “tem uma grande chance de ser o governador do Rio Grande do Norte, porque é o candidato de Lula”. A declaração foi dada em entrevista à Rádio 98 FM no final de março.
Fábio Dantas lembrou que, nas eleições de 2022, o presidente Lula (PT) teve mais de 1,2 milhão de votos no Rio Grande do Norte. Ao falar sobre transferência de voto, ele analisou que, ainda que a votação do petista caia cerca de 20%, “Cadu precisa ser muito ruim pra não ter 800 mil votos”.
“Lula teve 1 milhão e 220 mil votos, Fátima teve 1 milhão e 66 mil votos:160 mil eleitores de Lula não votaram em Fátima. É muito difícil que Cadu, sendo o candidato de Lula, perca tanto voto assim pra não ter de 38% a 40% dos votos, é menosprezar a liderança política que o PT e o presidente de Lula têm no Rio Grande do Norte”, avaliou.
Foto reproduzida da Internet
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