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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Está no g1
O preço do petróleo caía mais de 10%, nesta sexta-feira (17), no menor valor em mais de um mês, após a reabertura do Estreito de Ormuz, segundo a agência France-Presse.
Por volta das 11h30 (horário de Brasília), o preço do Brent (referência internacional) caía 11,55%, a US$ 87,91 o barril. Já o equivalente americano, o barril de West Texas Intermediate, para entrega em maio, recuava 11,11%, a US$ 84,17.
Mais cedo, o Irã anunciou a reabertura total da passagem para embarcações nquanto durar o cessar-fogo com os Estados Unidos.
Todos os navios poderão circular livremente pela passagem pelo período restante da trégua, que expira na quarta-feira (22).
“De acordo com o cessar-fogo no Líbano, a passagem para todos os navios comerciais pelo Estreito de Ormuz é declarada completamente aberta pelo período restante do cessar-fogo, na rota coordenada já anunciada pela Organização de Portos e Marítima da República Islâmica do Irã”, declarou o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, que anunciou a reabertura.
Após o anúncio, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, agradeceu o Irã pela abertura total do Estreito de Ormuz.
“O Irã acaba de anunciar que o Estreito do Irã está totalmente aberto e pronto para a livre passagem. Obrigado!”, disse na Truth Social.
Cessar-fogo entre Israel e Líbano
A reabertura do Estreito de Ormuz ocorre em meio a uma tentativa de redução das tensões no Oriente Médio, após o anúncio de um cessar-fogo de dez dias entre Israel e Líbano, mediado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
O acordo envolve indiretamente o Hezbollah, apoiado pelo Irã, e ainda enfrenta incertezas sobre sua implementação.
Nesse cenário, a liberação da principal rota de escoamento de petróleo do mundo sinaliza um alívio temporário nas preocupações com o fornecimento global de energia.
Nos últimos dias, restrições e tensões envolvendo o Irã e os Estados Unidos haviam elevado o risco de interrupções no tráfego marítimo, afetando diretamente os mercados internacionais de petróleo.
A passagem de um primeiro petroleiro pelo estreito desde o início do bloqueio reforça a percepção de normalização parcial das operações, embora analistas apontem que a situação permanece frágil e dependente da manutenção da trégua na região.
O Estreito de Ormuz é uma faixa estreita de mar que liga o Golfo Pérsico ao Golfo de Omã — e, consequentemente, ao oceano aberto.
Ele é considerado uma das rotas marítimas mais importantes do mundo porque por ali passa uma grande parte do petróleo exportado por países do Oriente Médio, como Arábia Saudita, Irã, Iraque e Emirados Árabes Unidos.
A região funciona como um “corredor” obrigatório para navios petroleiros: qualquer bloqueio ou tensão na região pode afetar diretamente o preço do petróleo e a economia global.
Foto reproduzida da Internet
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