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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Artigo

Não caia no discurso do bolsonarismo moderado!

por Carlos Alberto Barbosa

Não passa de um engodo eleitoral o discurso do bolsonarismo moderado pregado pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ, pré-candidato à Presidencia da República. Eleitor, eleitora, não caiam nesse discurso que só serve pra ludibriar o eleitorado.

O jornalista Guilherme Amado traz no Blog Amado Mundo a seguinte informação: “Flávio Bolsonaro já tem um nome certo de seu círculo mais próximo de eventuais ministros, com assento no Palácio do Planalto: o irmão Carlos Bolsonaro. Carluxo é considerado um nome forte para a Secom da Presidência ou para a Secretaria-Geral da Presidência, ocupada por diversos nomes no governo do pai de ambos. O convite a Carlos é previsto sendo ele eleito senador por Santa Catarina ou não”.

Ou seja, se Flávio Bolsonaro foi eleito presidente vai reeditar o chamado “Gabinete do Ódio”, que perseguia adversários de seu pai – Jair Bolsonaro (PL-RJ), preso com pena de 27 anos de reclusão por tentativa de golpe de Estado -, jornalistas que não seguissem a cartilha bolsonarista e até ministros do Supremo Tribunal Federal, caso de Alexandre de Moraes.

Não se iludam eleitores (as), como disse em editorial o portal Brasil 247, republicado aqui no Blog, ao contrário do que Flávio tenta vender, não há um Bolsonaro moderado — há apenas um projeto de poder, um oportunismo eleitoreiro que, diante do isolamento do patriarca e do que ele significa, busca sobreviver fazendo o teatro do moço cheiroso, mas montado sobre as mesmas vísceras autoritárias, negacionistas e golpistas.

É balela esse discurso de moderação, ele blefa quando diz isso.

O mesmo se aplica ao pré-candidato a governador do Rio Grande do Norte, Álvaro Dias (PL). Lembram da invasão do Idema para acelerar o estudo de impacto ambiental da obra da engorda da praia de Ponta Negra, onde Álvaro Dias, que tem o apelido de “coroné” levou o então candidato a prefeito de Natal, Paulinho Freire (União Brasil), hoje prefeito da capital potiguar, juntamente com cargos comissionados, agredindo até funcionários do órgão? Pois é, esse é o bolsonarismo moderado. Não há figura do “bolsonarismo moderado”. De fato, isso é uam falácia. Qualquer discussão política, por exemplo, em que haja um admirador de Bolsonaro, acaba em desavenças.

O presidente Lula tem razão quando em recente entrevista ao Brasil 247 e a Revista Fórum e DCM disse que sua candidatura à reeleição não é um projeto pessoal, “mas um compromisso moral, ético e até cristão” de impedir o retorno do obscurantismo ao poder.

Charge: Aroeira, no Brasil 247

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