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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Política

Polarização favorece Lula mais do que o bolsonarismo, mostra Nexus/BTG

Está no Brasil 247

A nova pesquisa Nexus/BTG divulgada nesta segunda-feira (25) indica que a polarização política brasileira continua beneficiando mais o presidente Lula (PT) do que o campo bolsonarista nas projeções para as eleições de 2026.

O levantamento mostra que 27% dos brasileiros se enquadram no grupo dos “lulistas convictos”, formado por eleitores que rejeitam fortemente o bolsonarismo e mantêm identificação sólida com o presidente Lula. Já os “bolsonaristas convictos” representam 28% da população.

Apesar do equilíbrio numérico entre os polos mais radicalizados, os dados revelam que Lula possui maior capacidade de expansão eleitoral para além de sua base mais fiel. Entre os eleitores classificados como “Lula como alternativa” — aqueles que rejeitam o bolsonarismo, mas não possuem identificação ideológica rígida com o petismo — o presidente amplia sua margem de crescimento eleitoral.

No segundo turno contra Flávio Bolsonaro (PL), por exemplo, 87% dos lulistas convictos afirmam votar em Lula, enquanto apenas 12% migram para o adversário bolsonarista. Já entre os eleitores que veem Lula como alternativa democrática diante do bolsonarismo, 72% apoiam o presidente no confronto direto com Flávio Bolsonaro.

A pesquisa também mostra que Lula consegue desempenho competitivo até mesmo entre os eleitores classificados como “não polarizados”. Nesse grupo, o presidente aparece empatado tecnicamente com Flávio Bolsonaro, demonstrando capacidade de diálogo com parcelas moderadas do eleitorado.

Outro dado relevante é que os segmentos identificados simultaneamente como anti-Lula e anti-Bolsonaro não demonstram adesão massiva ao bolsonarismo. Nesse grupo, Lula aparece numericamente competitivo mesmo diante da forte rejeição à polarização política.

Os números sugerem que o antibolsonarismo continua sendo uma força política estruturante no País, funcionando como elemento de coesão em torno da candidatura de Lula e dificultando a ampliação do campo bolsonarista para além de sua base tradicional.

A pesquisa foi realizada entre os dias 22 e 24 de maio, com 2.045 entrevistas em todo o Brasil. A margem de erro é de dois pontos percentuais.

Imagens reproduzidas da Internet


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