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Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Política

Aliados de Flávio Bolsonaro veem Michelle em campanha pelo comando do bolsonarismo

Está no Blog da Andréia Sadi

Aliados de Flávio Bolsonaro veem um movimento político claro nos vídeos e falas de Michelle Bolsonaro publicados na noite de quarta-feira (24): enfraquecer o senador no presente para fortalecer sua própria posição no futuro.

A leitura desses aliados é de que Michelle trabalha na lógica do “perder-perdendo”, e não do “perder-ganhando” — ou seja, prefere ver Flávio sair menor do episódio, mesmo que isso exponha publicamente as divisões da família.

Consideram que ela tenta se colocar como a integrante mais fiel às orientações e aos acordos definidos pelo líder do grupo, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), seu marido.

O Ceará é ponto central nessa crise desde o evento em que ela criticou publicamente a tentativa de aproximação com Ciro Gomes, no ano passado — também por Michelle ver sua candidata a uma vaga no Senado, a deputada federal Priscila Costa, ser preterida pelo partido em benefício de Alcides Fernandes, pai de André Fernandes, que articulava o acordo com Ciro.

O que era a busca de um palanque local forte para Flávio em um estado do Nordeste virou uma crise aberta ao nível nacional.

Nos bastidores da pré-campanha presidencial de Flávio, o movimento de Michelle é interpretado como uma disputa que vai além de 2026 e mira 2030. Entendem que, daqui a quatro anos, o cenário político poderá ser marcado pelo pós-Lula e pela reorganização das principais forças da direita pelo protagonismo nacional.

Para esses aliados do senador, a fala escancara uma batalha antecipada pelo espólio político do bolsonarismo no pós-Lula e, sobretudo, pelo papel de herdeiro legítimo do capital político de Jair Bolsonaro.

Foto reproduzida da Internet

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