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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Está no Brasil 247
Durante um almoço com empresários e políticos em São Caetano do Sul, nesta sexta-feira (7), o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) elevou o tom contra o Judiciário e direcionou ataques especialmente ao Supremo Tribunal Federal (STF). Em seu discurso, segundo a coluna Painel, da Folha de São Paulo, afirmou que vem divulgando uma “roubalheira na mais alta cúpula do Judiciário” e relacionou suas acusações à resistência que diz enfrentar na disputa pelo Palácio do Planalto.
Diante de empresários e apoiadores, Flávio afirmou que seus adversários temem uma eventual vitória de seu grupo político e sugeriu que haveria uma escalada de ações para impedir sua chegada ao poder.
“Entendem qual o pavor que eles têm de a gente chegar e fazer a coisa certa? Imaginam dispostos ao que eles estão para impedir que nós cheguemos juntos em Brasília? Eles vão ultrapassar o limite da maldade”, afirmou.
Flávio diz não temer novas revelações
O candidato também afirmou que sua vida foi “virada do avesso”, mas sustentou que nada de irregular foi encontrado contra ele. Flávio disse ainda não temer o surgimento de vídeos ou outras revelações durante a campanha presidencial.
“Não acharam nada porque sou filho do Bolsonaro, não sou filho do Lula. Ah, Flávio, mas e se aparecer um vídeo seu daqui pra frente? Fica tranquilo, não fiz nada de errado, então não tem o que aparecer”, afirmou à plateia.
A declaração ocorre após um episódio que provocou mal-estar na campanha: a divulgação do áudio de uma conversa entre o senador e Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master. Reportagens do site The Intercept Brasil revelaram que Flávio Bolsonaro pediu dinheiro para o filme “Dark Horse”, que conta a história de Jair Bolsonaro. O senador pediu ao ex-banqueiro R$ 134 milhões, dos quais R$ 61 teriam sido efetivamente repassados.
Candidato relata mais de 1.800 ameaças de morte
Durante o encontro, Flávio afirmou ter recebido mais de 1.800 ameaças de morte e disse que a rotina de sua família foi completamente alterada em razão dos riscos à segurança.
Segundo o candidato, a família passou a contar com segurança reforçada. Ele também afirmou que sua permanência na disputa presidencial se deve à fé.
“Sou radical”, diz Flávio ao falar sobre segurança pública
A segurança pública foi outro eixo do pronunciamento. O candidato prometeu mudanças profundas na legislação penal e adotou um discurso de endurecimento contra integrantes de organizações criminosas.
“Vou mudar a lei penal pra arregaçar marginal. Ah, o Flávio é radical. Sou radical. Vagabundo de PCC que tortura filha de trabalhador para poder abusar sexualmente e o pai não ter a quem recorrer, eu vou fazer com que essa família nunca mais precise olhar para a cara de um filha da puta desse”, afirmou.
No trecho divulgado, Flávio não detalhou quais mudanças pretende fazer na legislação penl.
Críticas ao PT e ao governo Lula
No mesmo discurso, Flávio voltou a criticar o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e citou os preços elevados encontrados pelos consumidores nos mercados.
Em sua fala, o candidato também mencionou a Operação Lava Jato, a ligação do ex-líder do governo no Senado Jaques Wagner (PT-BA) com o Banco Master e a relação de Marcola, ex-chefe de gabinete de Lula, com a lobista que supostamente atuava nas fraudes do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Foto reproduzida da Internet
Em tempo: confira o meu comentário sobre o assunto feito no dia 1º de agosto no BBNEWS TV e no Canal YouTube (BBTV Carlos Alberto) clicando aqui
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