E-book

Baú de um Repórter

O blog cria um novo espaço pra relembrar causos e editoriais, clique aqui para acessar o e-book.

Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Política

`Tesouraço´: Flávio Bolsonaro, que empregou clã Queiroz e mãe e esposa de miliciano, promete cortar cargos comissionados

Está na Fórum

Flávio, que empregou Fabrício Queiroz, pivô das rachadinhas, familiares dele e mãe e ex-esposa do miliciano Adriano da Nóbrega, chefe do “Escritório do Crime”, disse que um dos alvos do tesouraço será justamente em cima dos funcionários da União sem concurso público.

“Olha, esse tesouraço, eu vou fazer com muita, com muita vontade, porque foi como o presidente Bolsonaro começou o seu governo. Logo no início do governo do presidente Bolsonaro, ele cortou numa canetada só 20.000 cargos em comissão”, disse, soltando a primeira mentira.

Em março de 2019, Jair Bolsonaro realmente assinou o decreto 9.725, que extinguiria cerca de 21 mil cargos comissionados, funções de confiança e gratificações no Executivo federal. A maior parte deles, no entanto, estava vagou ou consistia de gratificações internas.

O decreto foi anulado pelo Congresso e o Supremo Tribunal Federal (STF) meses depois e Bolsonaro terminou seu primeiro ano de mandato com redução de apenas 2,9% no quadro de funcionários sem concurso público.

Em dezembro de 2018, no fim do governo de Michel Temer (MDB), o número de cargos e funções comissionadas era de 32.694 em todo o poder executivo. No fim de novembro de 2019, o mesmo número era de 31.739, uma redução de apenas 2,9%. Os dados são do Sistema Integrado de Administração de Recursos Humanos (Siape), do governo federal.

Ao final de seu mandato, Bolsonaro abriu mais de 10 mil vagas na União, a maioria sem concursos.

Mais mentiras

Em seguida, Flávio Bolsonaro mente descaradamente distorcendo dados do governo Lula sobre o funcionalismo público.

“Você sabe quantos cargos em comissão o Lula já criou durante o seu governo? 22.000. Os 20 mil que o Bolsonaro tinha cortado mais dois mil. nós vamos também meter um tesouraço nesses, nesses cargos em comissão”, mente.

Os dados citados pelo “01” de Jair Bolsonaro, no entanto, se referem a um total de total de 22,8 mil servidores da administração federal. Desse total, 19,1 mil vagas foram abertas em concursos públicos, para compor o sucateamento e aparelhamento dos órgãos federais pelas gestões anteriores.

Após a reforma da Previdência de Paulo Guedes, em 2019, mais de 38,5 mil servidores se aposentaram, o que afetou toda a estrutura da máquina pública.

Em seguida, Flávio Bolsonaro confirma que deve levar ao governo, caso seja eleito, o economista Adolfo Sachsida, que foi nomeado por Guedes como secretário das privatizações e teve como primeiro ato, em 2022, anunciar que sua prioridade seria a entrega da Petrobras.

Flávio ainda faz uma comparação esdrúxula sobre o imposto de 12% para exportação do Petróleo, criado pelo governo Lula para evitar a alta do Diesel diante da guerra de Donald Trump no Irã, e a taxação da carne argentina.

A medida faz parte de um “pacote de bondades” que consta no plano econômico de Flávio Bolsonaro para beneficiar as pertolíferas transnacionais e justificar a privatização da Petrobrás.

Compartilhe:

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *