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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Está no Brasil 247
O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, avalia mover uma ação judicial por danos morais contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, em razão dos desdobramentos de um relatório encomendado pelo magistrado no âmbito do caso Master, informa Lauro Jardim, do jornal O Globo.
A controvérsia teve início após a divulgação de menções ao nome do chefe da Polícia Federal em um relatório que analisa mensagens encontradas no celular do empresário Daniel Vorcaro. O documento, solicitado por André Mendonça — que atua como relator do caso Master no STF —, citou Andrei Rodrigues ao lado de outros nomes de destaque das instâncias superiores de Brasília, como o ministro Alexandre de Moraes, do STF, e o procurador-geral da República, Paulo Gonet.
Em conversas com interlocutores e aliados, Andrei Rodrigues expressou forte indignação com a inclusão de seu nome no material. O diretor-geral da PF tem se queixado de que o relator do caso jogou seu nome “na lama” e classificou o ocorrido como uma “barbárie”. Embora o embate institucional esteja deflagrado no âmbito da Suprema Corte, Rodrigues ainda não definiu quais medidas tomará em caráter definitivo, mas não descarta acionar a Justiça cível, como pessoa física, para pedir indenização por danos morais contra Mendonça assim que a situação esfriar.
Isolamento no Ministério da Justiça e apoio de ex-ministros
Além da crise aberta com o ministro do STF, Andrei Rodrigues também se sente isolado dentro do próprio governo federal. Aliados do chefe da Polícia Federal apontam o que classificam como “covardia” por parte do advogado-geral da União, Jorge Messias, além de criticarem a inação do ministro da Justiça, Wellington César, que é o seu superior hierárquico direto.
A avaliação no entorno do diretor-geral é de que faltou respaldo institucional do Ministério da Justiça e da AGU durante o desgaste gerado pelas citações no relatório. Em contrapartida ao silêncio do atual titular da pasta, Rodrigues recebeu ligações telefônicas de solidariedade de seus dois antecessores no cargo: os ex-ministros da Justiça Flávio Dino – atualmente ministro do STF – e Ricardo Lewandowski – ministro aposentado do Supremo. Wellington César, por sua vez, não prestou apoio ao comandado.
Foto reproduzida da Internet
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