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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Política

Trump tem a menor aprovação da história de sua carreira política, diz pesquisa Reuters/Ipsos

Está no g1

O presidente dos EUA, Donald Trump, tem a aprovação de 32% dos eleitores do país, segundo a pesquisa Reuters/Ipsos divulgada nesta segunda-feira (21).

É a menor aprovação do republicano na história de sua carreira política — iniciada em 2017 com seu primeiro mandato na Presidência — já registrada pelo instituto.

A pesquisa desta segunda-feira também aponta que apenas 17% dos americanos aprovam a condução econômica de Trump.

Com as disrupções causadas no mercado internacional de petróleo causados pela guerra dos EUA contra o Irã, os preços da gasolina e do diesel sofreram grandes aumentos nos Estados Unidos.

O aumento do preço dos combustíveis também se reflete em outras áreas da economia no país, como no preço dos alimentos — incluindo a carne bovina.

De acordo com a pesquisa Reuters/Ipsos, a aprovação geral de Trump caiu até entre os eleitores republicanos, de 82% na semana anterior a 73% nesta segunda.

Eleições de meio de mandato

A queda na aprovação de Trump, mesmo entre republicanos, pode acender o alerta na Casa Branca na véspera das eleições de meio de mandato, que acontecem no próximo dia 3 de novembro.

Os americanos vão escolher os ocupantes dos 435 assentos da Câmara dos Representantes e de cerca de um terço das cadeiras do Senado. Pesquisas apontam uma alta probabilidade de que os democratas retomem o controle da Câmara.

As eleições são marcadas pela inflação e pela guerra no Irã. O resultado vai definir quanto espaço Trump terá para avançar com sua agenda nos dois últimos anos de seu mandato.

A disputa pelo Senado deve ser mais apertada. Os republicanos têm atualmente 53 das 100 cadeiras, contra 47 dos democratas. Para assumir o controle da Casa, os democratas precisam conquistar pelo menos quatro cadeiras a mais do que os republicanos.

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