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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Está no Brasil 247
Fabrício Queiroz, ex-assessor parlamentar de Flávio Bolsonaro (PL), já se movimenta nos bastidores políticos como se a vitória do ex-chefe na eleição presidencial estivesse definida. Segundo informações divulgadas pelo jornalista Lauro Jardim, de O Globo, Queiroz tem procurado interlocutores para tratar de cargos em uma eventual administração de Flávio, dando a entender que teria autorização do candidato para conduzir essas conversas.
O movimento ocorre em meio à disputa pelo Palácio do Planalto e chama a atenção pelo histórico de Queiroz, personagem central das investigações sobre o esquema conhecido como “rachadinha” no antigo gabinete de Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). De acordo com a coluna, o ex-assessor apresenta-se nas conversas como alguém com influência sobre a possível composição de um futuro governo.
Ao longo de sua trajetória ao lado da família Bolsonaro, Queiroz exerceu diferentes funções. Além de assessor parlamentar, trabalhou como motorista e segurança de Flávio Bolsonaro. Sua atuação ganhou repercussão nacional após a identificação de movimentações financeiras consideradas suspeitas e o surgimento de denúncias sobre a devolução de parte dos salários de servidores do gabinete.
O caso das rachadinhas envolveu suspeitas de apropriação de recursos provenientes da remuneração de funcionários parlamentares. Queiroz foi apontado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro como operador do suposto esquema. Flávio Bolsonaro sempre negou envolvimento nas irregularidades investigadas.
As investigações foram encerradas após decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que invalidaram provas utilizadas na apuração. Em abril de 2026, Flávio voltou a negar as acusações e afirmou que Queiroz tinha autonomia para atuar no gabinete.
A ligação entre o ex-assessor e o episódio voltou ao noticiário durante a campanha presidencial. Em setembro, uma decisão do ministro Gilmar Mendes, do STF, tornou públicos detalhes de uma investigação relacionada ao caso, incluindo mensagens envolvendo Queiroz, Danielle Nóbrega e Adriano da Nóbrega, ex-capitão do Bope.
Apesar das movimentações relatadas por O Globo, não há, nas informações divulgadas, confirmação de que Flávio Bolsonaro tenha autorizado Queiroz a negociar cargos ou atuar como seu representante na formação de uma eventual equipe de governo.
A movimentação ocorre durante a campanha para o segundo turno da eleição presidencial, marcado para 25 de outubro, quando Flávio Bolsonaro enfrentará o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Até a conclusão da votação, qualquer negociação sobre a composição de um futuro governo permanece condicionada ao resultado das urnas.
Foto reproduzida da Internet
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