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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Política

A semana decisiva da tomada de consciência e do vira-voto, adverte editorial do Brasil 247

O Brasil chega à semana decisiva de uma eleição diante de uma escolha que ultrapassa a disputa entre candidaturas. Está em definição o caminho que o país seguirá nos próximos anos, o tipo de desenvolvimento que pretende construir, a dimensão da justiça social que deseja alcançar e a força de suas instituições democráticas.

Um futuro de crescimento e justiça está por ser definido. E, nesta eleição, esse futuro encontra sua expressão política na candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva.

A escolha está nas mãos dos eleitores. O resultado dependerá também da capacidade de quem defende esse projeto de explicar suas razões, apresentar seus resultados, enfrentar dúvidas e convencer aqueles que ainda podem mudar de posição. A semana final é, portanto, uma semana de ação política e democrática.

É hora de transformar consciência em participação. É hora de conversar com quem ainda está indeciso, esclarecer quem tem dúvidas e mostrar, com argumentos e fatos, por que o Brasil deve continuar avançando na direção do crescimento, da redução das desigualdades, da valorização do trabalho, da proteção dos direitos e do fortalecimento da democracia.

A expressão francesa prise de conscience designa a passagem pela qual aquilo que era conhecido superficialmente passa a alcançar a consciência em profundidade. Os acontecimentos deixam de parecer fatos distantes e passam a ser percebidos como parte de escolhas coletivas, com consequências concretas para a sociedade e para o futuro do país. É precisamente essa consciência que a semana final exige.

Cada eleitor pode compreender melhor o que está em disputa. Cada cidadão pode conversar com outro cidadão. Cada argumento pode alcançar alguém que ainda não decidiu. Cada mudança de opinião pode resultar de uma nova compreensão sobre o país e sobre o futuro que se deseja construir.

O vira-voto, nesse sentido, é parte legítima da democracia. É o momento em que uma pessoa, diante de argumentos, fatos e experiências, decide rever sua escolha. Mudar de opinião pode ser uma demonstração de autonomia intelectual. O eleitor não deve fidelidade a uma candidatura, mas às suas próprias convicções sobre o país que deseja. Quando novas informações modificam essa compreensão, mudar também é exercer liberdade.

Por isso, esta semana deve ser dedicada ao convencimento. Convencer não significa constranger. Significa apresentar razões, mostrar resultados, comparar projetos, ouvir objeções e respondê-las. Significa tratar cada eleitor como alguém capaz de avaliar argumentos e tomar uma decisão consciente.

O Brasil tem diante de si uma possibilidade concreta de continuar construindo crescimento com justiça social. Esse caminho precisa ser defendido publicamente por todos aqueles que acreditam nele.

Há tarefas concretas para esta semana. A primeira é conhecer o que está em disputa: examinar propostas, programas, trajetórias públicas e decisões anteriores dos candidatos, distinguir promessas de medidas efetivamente implementadas e avaliar as consequências das alternativas em debate.

A segunda é romper com a descrença e a passividade. É preciso levar, pelo argumento, as pessoas a perceberem a importância do que está por ser decidido e a compreenderem que sua escolha pode influenciar o futuro do país. O eleitor deve ser convidado a avaliar o que foi feito, reconhecer as melhorias conquistadas e refletir sobre a liberdade de que dispõe para decidir, participar e escolher os rumos da sociedade.

A terceira é conversar sem humilhar. O diálogo democrático permite convencer justamente porque reconhece no outro a capacidade de pensar. Ouvir dúvidas, apresentar evidências e responder a objeções com respeito são instrumentos muito mais poderosos do que a intimidação.

A quarta é participar da vida pública. A democracia se realiza no voto, mas também na conversa cotidiana, no acompanhamento das políticas públicas, na fiscalização dos governantes, na defesa dos direitos e na cobrança dos compromissos assumidos.

A quinta é defender o futuro que se considera melhor para o país. Quem acredita em crescimento, emprego, redução da pobreza e da desigualdade, fortalecimento da democracia, desenvolvimento nacional e soberania tem nesta semana uma responsabilidade especial: apresentar essas razões e buscar convencer.

Há momentos em que a história oferece a uma sociedade a possibilidade de escolher entre diferentes futuros. Nesses momentos, a consciência individual encontra a responsabilidade coletiva.

O Brasil é a vida de milhões de pessoas: o emprego de quem trabalha, a renda de quem sustenta uma família, a escola das crianças, o atendimento de saúde, a aposentadoria, a capacidade de o Estado investir, a proteção dos direitos e a possibilidade de cada brasileiro viver com mais dignidade.

Por isso, uma eleição importa. E esta eleição importa especialmente porque o futuro que está em disputa não é apenas o futuro de um governo. É o futuro de um projeto de país.

A candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva encarna, nesta eleição, a possibilidade de um Brasil que combine crescimento econômico e justiça social, desenvolvimento e inclusão, soberania e democracia.

Esse futuro depende das escolhas que serão feitas. E escolher exige consciência. Defender uma escolha exige argumentos. Fazer essa escolha prevalecer exige participação.

O que fazer com aquilo que se sabe?

A pergunta decisiva, nesta semana, é o que cada cidadão está disposto a fazer para que suas convicções se expressem em práticas responsáveis.

A semana final de uma eleição pode ser uma oportunidade excepcional para esclarecer dúvidas, confrontar argumentos, avaliar o que foi realizado, reconhecer as melhorias conquistadas e lembrar que as decisões políticas afetam vidas reais. Pode ser também o momento em que uma pessoa muda de opinião porque finalmente compreendeu aquilo que estava em jogo.

É esse o sentido democrático do vira-voto. A prise de conscience começa quando o cidadão percebe que o futuro também depende de suas escolhas, completa seu primeiro movimento quando essa percepção modifica sua conduta e demonstra sua força quando transforma preocupação em participação.

Há momentos em que um país precisa conquistar o seu futuro. Este é um deles.

O futuro de crescimento e justiça que o Brasil deseja está por ser definido. A candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva encarna esse horizonte nesta eleição.

Por isso, nesta semana, há que fazer tudo pelo convencimento: falar com quem ainda tem dúvidas, conversar com quem pode mudar de opinião, mostrar o que foi feito e as melhorias conquistadas, lembrar a cada eleitor a liberdade de que dispõe para avaliar, decidir e participar, comparar projetos, responder às objeções e convencer.

Tudo isso dentro da lei, com respeito à liberdade de cada eleitor e com a certeza de que a democracia se fortalece quando cidadãos livres procuram convencer outros cidadãos livres.

Nenhuma eleição é apenas uma soma de votos. Uma eleição também é uma escolha de futuro.

E o futuro precisa ser conquistado.

Nesta semana decisiva, consciência deve se transformar em responsabilidade. Responsabilidade deve se transformar em ação. E ação deve se transformar em voto.

O Brasil tem um futuro a construir. É preciso agir para conquistá-lo.

Fotos reproduzidas da Internet

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