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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Está no Brasil 247
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) deixou o Brasil com destino aos Estados Unidos nesta terça-feira (27), um dia depois de o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinar a apreensão de seus passaportes. A informação foi confirmada por pessoas próximas à família Bolsonaro, segundo a coluna Grande Angular, do Metrópoles. De acordo com a publicação, a aeronave que transporta o parlamentar está em voo.
A saída do país ocorre em meio ao descumprimento de uma determinação judicial. Flávio deveria ter entregado seus passaportes nesta terça-feira, conforme a decisão de Moraes, mas não apresentou os documentos às autoridades.
O senador estava incomunicável desde a manhã desta terça-feira, o que provocou incertezas entre seus aliados sobre seu paradeiro. A última mensagem conhecida havia sido enviada às 8h ao senador Rogério Marinho (PL-RN), que coordenou sua campanha presidencial.
Na comunicação, Flávio afirmou que estava “esfriando a cabeça”, mas não respondeu ao questionamento sobre uma eventual saída do território brasileiro. Desde então, aliados não haviam conseguido estabelecer novo contato com o parlamentar, segundo as informações divulgadas.
Suspeita de fuga pela Argentina mobilizou a Polícia Federal
A possibilidade de Flávio Bolsonaro ter deixado o Brasil pela fronteira com a Argentina já mobilizava autoridades dos dois países. O portal argentino Infobae noticiou que o senador teria atravessado a fronteira utilizando sua carteira de identidade e seguido até Puerto Iguazú, na província de Misiones, para embarcar em um avião particular com destino ao território norte-americano.
Segundo a publicação argentina, o plano envolveria um jato executivo Gulfstream G400, de matrícula LV-JQW, pertencente à empresa Baires Fly S.A. A aeronave havia partido de Buenos Aires na noite de segunda-feira (26) e pousado em Puerto Iguazú às 23h42. A decolagem rumo aos Estados Unidos estaria inicialmente prevista para as 2h desta terça-feira (27), mas não ocorreu no horário informado.
A empresa responsável pela aeronave teria solicitado procedimentos alfandegários e migratórios para quatro passageiros e três tripulantes. Entretanto, não havia confirmação de que Flávio Bolsonaro estivesse entre os ocupantes. Dados de rastreamento aéreo consultados pelo Metrópoles indicavam que o jato permanecia em Puerto Iguazú durante a manhã desta terça-feira.
Diante das informações, a Polícia Federal iniciou verificações nos pontos de fronteira e acionou autoridades argentinas para apurar uma possível saída do parlamentar. Até então, não havia sido identificado registro oficial de Flávio Bolsonaro deixando o Brasil pelos postos regulares de controle migratório.
O governo argentino, por sua vez, negou que o senador tivesse ingressado no país. Em comunicado, a Direção Nacional de Migrações informou que não encontrou registros de entrada de Flávio Bolsonaro e que as autoridades haviam realizado verificações na aeronave e em sua tripulação.
A administração do presidente Javier Milei também afirmou que a documentação da empresa de aviação estava regular e que nenhum plano de voo envolvendo integrantes da família Bolsonaro havia sido apresentado.
Derrota eleitoral e decisão de Moraes
A movimentação acontece dois dias depois da derrota de Flávio Bolsonaro para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições presidenciais, realizado no domingo (25).
Na segunda-feira (26), um dia após a votação, Alexandre de Moraes determinou a apreensão dos passaportes do senador. A medida estabeleceu que os documentos deveriam ser entregues nesta terça-feira, prazo que não foi cumprido.
A viagem ao exterior, caso confirmada oficialmente, poderá levantar novos questionamentos sobre o cumprimento da ordem judicial, especialmente diante da determinação de recolhimento dos documentos. A reportagem do Metrópoles não informou se Flávio embarcou antes ou depois do prazo estabelecido para a entrega.
Investigação por suspeita de lavagem de dinheiro
Além da derrota eleitoral e da determinação de apreensão dos passaportes, Flávio Bolsonaro enfrenta uma investigação por suspeita de lavagem de dinheiro.
O senador é investigado juntamente com o advogado Willer Tomaz, apontado como seu amigo. A apuração envolve suspeitas de irregularidades financeiras, mas a reportagem não apresenta detalhes adicionais sobre as operações investigadas.
Foto reproduzida da Internet
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