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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Está na Fórum
Após descansar e retomar a voz, que ficou ainda mais rouca nos dias finais da campanha, Lula deve gravar um pronunciamento à nação nesta terça-feira (3) agradecendo aos brasileiros e reafirmando as promessas de campanha, especialmente a de que fará um governo mais alinhado aos anseios da população, que ganhou voz por meio do “Exército” criado por André Janones (Rede-MG) no WhatsApp. O presidente também vai se reunir com o núcleo central da campanha para dar início à formação de seu quarto mandato presidencial, que se inicia em janeiro.
Na agenda oficial, Lula tem despachos internos, que serão feitos no Palácio da Alvorada, com Oswaldo Malatesta, chefe do gabinete na Presidência, e com ministros: Miriam Belchior (Casa Civil), João Paulo Capobianco (Meio Ambiente) e Márcio Elias Rosa (Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços).
As duas últimas pastas eram comandadas por Marina Silva e Geraldo Alckmin, respectivamente, e devem ser colocadas em discussão para o quarto mandato. Derrotada no Senado em São Paulo, Marina pode voltar ao comando do Meio Ambiente. Já Alckmin deve participar com Lula das definições dos nomes para o novo governo.
Pronunciamento
No pronunciamento, que deve ser levado ao ar em cadeia de rádio e televisão, Lula deve agradecer aos mais de 64 milhões de votos, a maior votação da História, que lhe deu o quarto mandato e fará uma menção especial ao Exército de mais de 10 milhões de pessoas que se tornou fundamental para a vitória no segundo turno.
Lula ainda deve reafirmar os compromissos da campanha, quando prometeu fazer um governo ainda mais dedicado à população, inclusive com canais diretos de comunicação.
O presidente também deve se comprometer com a manutenção e ampliação dos programas sociais. Lula ainda fará um apelo pela unificação e pacificação do país direcionado especialmente aos eleitores de centro e direita que votaram nele para impedir que a ultradireita de Flávio Bolsonaro retomasse o poder.
Quarto mandato
Internamento, Lula se reunirá com nomes como Rafael Fonteles, governador reeleito do Piauí, Edinho Silva, presidente do PT, e os ex-ministros Rui Costa e Camilo Santana, além de Guilherme Boulos, que deve retornar à Secretária-Geral da Presidência.
O objetivo é dar início às articulações para compor o novo governo, que toma posse em janeiro.
Lula deve dar início à definição de nomes para os ministérios, especialmente àqueles que ficaram a cargos de auxiliares após os titulares se dedicarem às campanhas eleitorais.
Em paralelo, Lula deve abrir conversas com nomes do Centrão que ficaram neutros ou se posicionarem a seu favor durante a campanha eleitoral.
Os principais nomes serão Davi Alcolumbre (União-AP) e Hugo Motta (Republicanos-AL), presidentes do Senado e da Câmara, que devem viajar com o presidente para a Turquia na 31ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP31), que acontece nos dias 11 e 12 de novembro.
Lula deve iniciar as negociações para apoiar Alcolumbre e Motta para um novo mandato no comando das duas casas legislativas, com o intuito de barrar o bolsonarismo.
Em entrevista ao Poder360, Edinho Silva confirmou que o PT deve apoiar os dois políticos do Centrão na disputa contra qualquer candidato de “inspiração fascista”.
“Penso que a prioridade, neste momento, é impedir que o radicalismo representado pela candidatura de Flávio Bolsonaro, marcado pela intolerância, pelo ódio, pela negação do diálogo e pelo enfrentamento à democracia, conquiste hegemonia no Congresso Nacional”, afirmou.
“Se essa construção resultar na unidade em torno da candidatura de Hugo Motta à Presidência da Câmara e de Davi Alcolumbre à Presidência do Senado, o PT apoiará as duas candidaturas”, emendou.
Foto: Ricardo Stuckert
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