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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Editorial, Política

Candidatura difícil

Há informações de que mesmo que o nome do pré-candidato a sucessão municipal pelo PSB, deputado Rogério Marinho, passe na convenção do seu partido no dia 16, seu projeto político de chegar à prefeitura de Natal, poderá ser atropelado pelo MP [Ministério Público], em razão da Operação Impacto realizada na Câmara Municipal de Natal, que constatou uma lista de funcionários fantasmas cuja as iniciais de Rogério Marinho, ou seja RM, constam como o maior indicador de cargos nessa listagem.

Embora os partidários da sua candidatura acreditem que Rogério Marinho será homologado candidato do PSB a prefeito da capital do Rio Grande do Norte, e que para isso conta também com a simpatia da direção nacional do partido, a análise de que ela pode ser prejudicada procede. Além da lista fantasma, pesa contra Rogério Marinho, a não prestação de contas de R$ 3,7  milhões à época em que era presidente do legislativo municipal.

O MP instaurou inquérito civil, cuja portaria foi assinada pelo promotor de Justiça de Defesa do Patrimônio Público, Afonso de Ligório, e publicada no DOE [Diário Oficial do Estado] para apurar como a CMN gastou essa verba entre janeiro de 2005 a agosto de 2006. Nesse período, Marinho exerceu o cargo de presidente da CMN, passando o cargo depois para o vereador Dickson Nasser (PSB), seu correligionário, quando assumiu o mandato de deputado federal em fevereiro de 2007.

O inquérito civil foi instaurado com base no resultado do relatório de inspeção especial realizado por técnicos do TCE [Tribunal de Contas do Estado] na Câmara Municipal de Natal, que identificou que não foi especificado a que se destinava os recursos. Na portaria, Afonso de Ligório faz uma série de solicitações ao ordenador de despesas da CMN.

Outro problema que o deputado Rogério Marinho enfrenta é quanto ao caso da Urbana, na época em que era diretor da companhia na primeira administração Wilma de Faria (PSB) na prefeitura de Natal. Por ter foro privilegiado o inquérito se encontra no STJ [Superior Tribunal de Justiça] e pode ser mais uma dor de cabela para o parlamentar.

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