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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
Rei morto, Rei posto!
Não existe ditado popular mais certo do que este, merecedor do título do comentário de hoje. Me refiro a ex-governadora do Rio Grande do Norte Wilma de Faria (PSB), que concorreu ao cargo de senadora nas eleições de outubro último e perdeu para os seus, digamos, maiores opositores no estado: Garibaldi Alves (PMDB) e José Agripino Maia (DEM).
Antes cortejada aqui e alhures, Wilma se vê agora esquecida. Nem ao menos foi a diplomação da presidente eleita Dilma Ruossef (PT) e tampouco ao coquetel oferecido para os convidados. Dirse-ia que tanto a diplomação quanto o coquetel foi só para políticos com cargos. Tudo bem! Mas a verdade é que Wilma de Faria está esquecida. Até a prefeita Micarla de Souza (PV), antes tida como oposicionista ao governo petista e a democrata Rosalba Ciarlini, eleita governadora do Rio Grande do Norte, compareceram ao evento de diplomação, inclusive, com direito a cumprimentos a presidente eleita.
O fato é que Wilma de Faria foi jogada para o canto de carroceria, no linguajar popular. Infelizmente isso é do ser humano. Enquanto se está no Poder, todos lhe beijam à mão. Quando você sai, lhe esquecem num canto qualquer, como diz aquela música “Caderno”, de Toquinho. Lembro que ainda em outubro, após o resultado do primeiro turno, escrevi aqui neste espaço uma nota falando da possibilidade de Wilma ganhar um cargo no governo federal se Dilma Ruosseff fosse eleita. O web-leitor que quiser conferir é só clicar em: Wilma pode ter cargo no governo se Dilma ganhar
Pois muito bem: Hoje o jornal O Estado de S. Paulo traz uma reportagem sob o título “Ciro e denúncia miram indicação do PSB” que afirma o seguinte:
A entrada do deputado Ciro Gomes (PSB) na equipe da presidente eleita, Dilma Rousseff, pode provocar mudanças de última hora no desenho do novo ministério. O ex-deputado Fernando Bezerra Coelho, cotado para ocupar a pasta da Integração Nacional, mas alvo de denúncia de corrupção, pode não ser mais escalado.
“Depois que entrou o Ciro, o nome do Fernando deixou de ser tão certo”, admitiu Gilberto Carvalho, chefe de gabinete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Dificilmente o PSB terá três ministérios”, emendou. Na definição de Carvalho, que ocupará a Secretaria-Geral da Presidência no governo Dilma Rousseff, a montagem do ministério parece um jogo de “resta um”.
É correto dizer então que a perspectiva da ex-governadora do Rio Grande do Norte ocupar um cargo no futuro governo Dilma, como secretária, por exemplo, com estatus de ministra, é pouco provável. Primeiro, porque Wilma está sem mandato. Segundo, porque diante do descarte do ex-deputado Fernando Bezerra Coelho, cotado para a Integração Nacional, por estar envolvido em denúncias de corrupção, pode sim refletir numa eventual indicação de Wilma. E por que? Porque nos governos Wilma vários familiares seus tiveram os nomes envolvidos em escândalos que tiveram repercussão nacional. Daí…
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